Hoje é o dia internacional da animação! AêêÊ! Mais palmas! ANIMAÇÁÁÁO!…
Queria brindá-los com alguma coisa. Então, vai uma musiquélia à toque de caixa, que você pode barrárr aqui e aqui. Música, pra falar disso? É que tem uns lances que, assim como a galera da MPB, eu preferi falar por música, desta vez…
E também , fique com esta página do Personagens & Cia. que é campeã de audiência.
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Parabéns para nós, que sonhamos com o impossível
Tags: animação, dia internacional, Fim da Picada, Salt Cover
Meninos, eu tinha visto…
Tags: Artes plásticas, Hélio Oiticica, Parangolés, São Paulo, SESC
Em 1987 eu estive, por um desses acasos da vida, no SESC Pompeia, quando este ainda tinha acento. Era uma excursão de filhos de funcionários da Telesp. Não era uma ocasião fácil para mim por conta de eu não conhecer absolutamente ninguém ali. Mas ao contrário da galera do colégio, o pessoal até que foi gente fina.
E no SESC estavam em exposição os Parangolés de Hélio Oiticica. Vi aquilo e… achei engraçado (um degrau acima de não entender nada). Era parangolé isso, parangolé aquilo, sei lá, parecia papo daqueles livros infantis desses bem criativos que se fazem aqui no Brasil. Eles ficavam pendurados, eu achava que eram móbiles, sei lá. Era meio que um percurso, que terminava com um espelho escrito Parangolés de Cabeça.
Só fui entender o que era aquilo – e principalmente, a importância daquilo – já nos anos 90, assistindo a uma série da TV Cultura (e conphesso que assisti porquê me mandaram gravar a série em VHS…) Quer dizer, entender, eu acho que não entendi ainda. Estamos no terreno das artes plásticas…
E inphelismente, aquilo que eu vi já não está mais entre nós, entre diversas outras obras de Hélio Oiticica que se fueran ontem, em um incêndio no Rio de Janeiro. Sou um zero à esquerda em matéria de artes plásticas, mas esse artista havia me chamado a atenção, pouco depois, quando li uma “Ilustrada” da velha guarda, toda em fonte Gill Sans, falando sobre o artista, e mostrando algumas fotos da série Cosmococa, outro trabalho dele que tinha a ver com Coca-Cola, cocaína, sei lá.
Curiosamente, o jornal trazia reproduções de algumas frases escritas pelo artista em um ‘dialeto’ muito estranho para a época. É que era a frente de seu tempo! Entre outras coisas, ele já abreviava “que” como q, uns 20 anos antes de surgir o MSN… É mole?
Artes plásticas: muito de vez em quando, a gente vê por aqui.
[EDIT: As perdas no acervo do artista foram menores do que se esperava, tanto as coisas que não foram atingidas pelo incêndio, quanto peças que estavam fora daquele lugar. Dois parangolés, por exemplo, estavam na Bélgica.]
Escreva algo que preste, pô – parte 125
Tags: Ben Presley, Elvis Presley, Música, Michael Jackson, novidades
O sr. Ben Presley, filho de Lisa Marie Presley e neto de um certo Elvis Aaron, que por sua vez é sogro de um tal de Michael (que fez uma música xará dele), hrRrRecebeu uma proposta de 5 milhões de dólares da gravadora Universal (do grupo GE, portanto, por enquanto, uma empresa do Ben, digo, do bem) para gravar até 5 álbuns (fuente – e mais outra, com fueto)
Segundo o que Ben 10, digo, diz, o som não será, no entanto, parecido com o de Elvão do Sanduba (tô lendo muito Blog do Paulinho) – é que ao contrário de mim, que nasci quando Elvis ainda estava gravando álbuns e tudo lá em Memphis, ele nasceu 15 anos depois que Elvis morreu.
Não sei por quê, eu vi nas entrelinhas que provavelmente BP, se não for o novo Elvis, será o novo Michael Jackson, pelo menos, ainda mais com um pagamento tão caro, e por CINCO albuns (o Tio Michael já tinha seis álbuns gravados quando lançou Thriller.)
Além de me parecer uma espécie de “chupa, seus compartilhador de emepetrêis”, por tentar lançar alguma coisa que parece ser absolutamente nova no mercado para, possivelmente, tentar recuperá-lo aos moldes antigos. Será? Espero estar certo, no que se refere à qualidade sonora do rapaz. Ladies and gentlemen, Ben Presley has left the building!…
“Escreva algo que preste” - Tá legal, desta vez não consegui.
Por essa nem ele esperava
Tags: coincidências, Salt Cover, TV Cultura, zicky zira
Conhece esse carinha aí do lado? Pois é, quem diria que Zicky Zira, o rato menos famoso do mundo (vamos ser honestos) poderia virar nome de… programa da TV Cultura.
É verdade! É um programa que vai ao ar as 18h, e o público vai escolher o nome desse programa. Por enquanto está se chamando Programa Novo (espero que a Globo não se importe, o programa Sexo Frágil foi ao ar pela primeira vez com esse nome).
E uma das opções de nome é Zikzira, quase o nome do nosso herói (talvez o fosse em turco ou esloveno). Bem, ao contrário do que sugere o nome, boa sorte ao pessoal desse programa!
Não é comum vocês verem desenhos nos meus blogs, infelizmente. Estou batalhando para mudar isso.
Hôrhe Kachurú: e dá-lhe paella
Tags: diversos, Econ, outros, Régis Danese, sucesso
Jorge Kajuru vai fazer o que eu gostaria de ter feito mais de uma vez na minha vida: sair do Brasil! Ele vai passar a morar na Espanha. (Ê, Espanha, terra da sempre querida BRB). No entanto, isso não significa o fim de quaisquer de suas atividades jornalísticas. Vai continuar existindo o programa dele no SBT e o site TV Kajuru, que serão feitos a partir da Espanha e até mesmo de forma volante, a partir de diversas capitais europeias (Dica procê, JK: toma cuidado com Paris) e até mesmo de casas de amigos dele que moram por lá. E como ele se manterá informado do esporte brasileiro? Através de seus amigos e de la Internet véia de guerra. Bem, buena suerte, Kajuru, que sejas pheliz.
Entra na minha casaaaaaaaaa
Ah, outra coisa. Outro dia eu estava no supermercadinho que eu vou durante o serviço, e aí o som começou a tocar a versão pagode daquela música que começa assim: “Como Zaqueu, quero subir…” E não é que eu pego umas 4 pessoas cantando junto?! Algo que não é comum naquele ambiente supermercadal. Como já dizia o Tunico: Suuuuuuucesso! Se bem que pra ser sucesso MESMO tem que ser gravada por Richard Clayderman e parodiada por Weird Al Yankovic, não necessariamente nesta ordem…
What are you doin’, man?
Tags: baterias, pilhas, Rádio Salt Cover, Televisão Salt Cover
Aqui não é o Twitter, mas respondendo à pergunta chave de lá. Tá um pouco duro de sair mais um programa da RSC, porquê ainda não conseguimos reinstalar o programa que faz a produção musical, numa dessas é capaz até mesmo do vídeo da TSC (via dwl em hsp de arquivos) sair antes. Em compensação, temos novamente computação gráfica, que não tínhamos mais, se bem que ultimamente o pessoal anda fazendo umas coisas bem complicadas de se imitarem, como aquele canto arredondado na parte de dentro da “tela” do símbolo (vejam o banner da Globo Marcas, que mostra bem essa parte).
A computação gráfica também vai facilitar um pouco as coisas para uma volta do Zicky Zira, na parte dos cenários, inclusive simulando a fase P&B do personagem (com um simples efeito visual dá pra fazer a computação gráfica parecer desenho. Nunca fiz isso na fase YT, mas para tudo na vida tem uma primeira vez…).
E pra encerrar com chave de ouro. Nós aqui em casa já tivemos um Game Gear, videogame famoso por usar 6 pilhas, e estas, sendo alcalinas, de marca boa, duravam 2 horinhas. Pelo menos era legal porquê o cartucho TV Tuner – olha a bomba! – conseguia decodificar o sinal zoado que o Canal+ jogava da ESPN para os não-assinantes!! (Alô, pessoal da ESPN de agora, os sem-gravata do Sumaré, um abraço!) OK. Parece que a tecnologia não evoluiu tanto assim em 18 anos, pois o RoBBB, o mascote do Big Brother Brasil, phunciona com 12 apóstolos, digo, pilhas! Essa é a versão mais cara, que anda e transmite áudio e vídeo até 30 metros. Tá, devem ser seis no robô e seis no controle remoto, mas continuam sendo 12. Acho que a galera que projetou o bagulho deve ter algum problema com baterias de 9 volts, que fariam esse serviço muito melhor.
PS: Se você comentou na página Who’s That Cara e o seu comentário não saiu, peço desculpas, essa página é vitima de spams lascados, só nesta última leva foram 56, todos sem palavras inteligíveis (quem tem blog na WordPress sabe como é), e não dá pra eu ficar lendo todos até ver algo interessante no meio – até hoje, só um único comentário “de verdade” foi parar no meio dos spams. (E ainda rezo para um desses comentários ser da Jen Seng ou do Herbie BearClaw falando “o teu desenho já tá pronto!”… Sonhar é de grátis!)
Tem gente lendo este blog…
Tags: Casseta & Planeta, Rede Globo
No último Casseta & Planeta, foi citado que um suposto álbum de José Sarney era um lançamento “phornográfico“, expressão cunhada (ou seja, irmã da esposa) por este blog. Coincidência ou não, concordo totalmente…
Primeiro, verificando se o Kibeloco não escreveu isso… bem, as 10:55 ainda não. Olha o que me sai na página inicial de la Gluêbo.com::::
E agora, veja a matéria.
Eu também jurava que era um réptil em forma de ípsilon!! Na verdade, trata-se de uma quase “minhoca”, chamada de anfisbênio, que a cabeça e a cauda são parecidas, uma espécie de pré-evolução de Catdog (não procure em sua Poké-agenda, ela só vai até o Missingno.) A Xuxa, se não me engano, tinha uma cantilena para uma cobra que era mais ou menos assim, vejam agora esta obra poética do apogeu do parnasianismo:
Minhoco, minhoco,
você é mesmo louco
Beijou do lado errado
A boca é do outro lado
São os grandes portais, em busca da audiência fácil! E nós aqui, evitando a queda da nossa própria. Aproveitando, dê uma passada no SodTV!! e no Personagens & Cia, que estão com várias postagens novas.
Essa história é mais surpreendente do que a da “Manchete de Itabira”… e o que é pior, passou batida pelo nascimento da Oébe 2.0. Até agora.
Clique aqui e conheça a incrível história de uma fita VHS, que, assim como o tão falado “Filme do Bátima” divertiu muita gente, ainda mais por ter vindo daonde veio. Só que, ao contrário da redublagem feita por dois estudantes, essa fita ficou esquecida até hoje. Esquecida mesmo, eu já vi catálogos de três caras que vendem umas coisas de televisão de antigamente e provavelmente nenhum deles imaginava que existisse algo assim.
E onde estará essa fita hoje?… Clique aqui, entenda e ajude a solucionar este mistério!
Eu falei que iria escrever alguma coisa aqui!! Pois é, alguns artistas estão passando pela cidade phazendo shows. Hoje à noite, o Air Supply está no Via Funchal (quem não é o maior tem que ser o melhor, rááá) cantando seus rrrits. Apesar de um certo exagero em suas cancciones (que deve ter inspirado o cantor Ovelha, com voz quase igual a um dos dois integrantes do AS), ouço muitas do duo australiano, como All out of love, Just as I am, Goodbye e o clássico das power ballads Making love out nothing at all (aquela música que você sempre confunde com Total Eclipse of the Heart).
Amanhã será a vez dos B-52’s, que hoje estão no Rio de Janeiro. Acabei de ler na Folha Universalde São Paulo e estou surpreso, não imaginava que a banda, assim como eu, também é safra 76. Algumas músicas deles me incomodam bastante, mas outras são deveras curtíveis. E assim como o Queen, eles não se esquecem do show no primeiro Rock in Rio.
Mãns apesar da idade da banda, o som dos B-52’s é muito jovem, e eu já não o sou tanto assim. Acabo de encontrar o meu primeiro cabelo branco… o pessoal do meu trabalho está atingindo seus objetivos. E acabou de passar pela cidade um exponente dos big tildes, Burt Bacarach, que foi quem fez aquela música, do filme O Casamento do meu Melhor Amigo, que a galera fica cantando (I Say a Little Prayer). Sei lá se no show foi assim também com o público. Uma curiosidade: ouça essa música no KBoing (não confunda com o Capitão Boing, o novo contratado da Globo) e veja como ela tem uma grande influência da bossa nova, totalmente diferente da versão do filme. Esse é só UM dos trocentos sucessos de Burt, que é obrigado a cantar medleys (também conhecido como pout-purrit) para comportar todas os hits que a galera quer ouvir nos shows. Acho que eu devo conhecer menos de 5% de tudo isso… É isso aí. Em breve, mais posts, e melhores!
Eles já comentaram! Vem pra essa caixa você também! Vem!