29
jul
15

Há Tensão, digo, Atenção

Este blog está com suas atividades suspensas, por mim mesmo.

Atualmente me dedico ao site http://igorcbarros.tumblr.com . Este blog (ou site, como a WordPress está chamando ultimamente) é mantido mais como reserva. Houve uma tentativa de voltar pra cá em 2013, quando o Yahoo! comprou o Tumblr e o pessoal ficou apreensivo, mas, ao menos pra mim, nada mudou por lá, e as coisas cotinuam as mesmas.

Muita coisa mudou na minha vida, muita mesmo. Opiniões, medos, esperanças, tudo. Acabo de aprender a fazer personagens quase que inteiros no Blender, e com sincronia labial, algo inimaginável há alguns anos atrás.
No mundo, então, nem se fala: o YouTube agora é em HD e traz realidades como as vividas no Japão para dentro da nossa casa, as pessoas nunca usaram tanto smartphones.
Outras coisas, inphelizmente, continuam iguais: continuo querendo desenhar melhor, continuo solteiro, estou no mesmo emprego… e o meu celular ainda é o mesmo. Dammit!

Aqui, na WordPress, no entanto, serão mantidos ativos dois blogs, e que eu peço para você siga e estalqueie eles, que em breve tem novidades por aí:

– https://personagensecia.wordpress.com/

– https://tvsaltcover.wordpress.com/

Beleza?
De resto, visite os nossos sites, blogs e perfis em uso:
Tumblr – igorcbarros.tumblr.com :: rosalyndaturma.tumblr.com (Tiras e HQs, finalmente!!)
Twitter – http://www.twitter.com/igorcbarros
YouTube – http://www.youtube.com/ibrs121 :: http://www.youtube.com/ZiperNasCostas :: http://www.youtube.com/tvsaltcover
DeviantArt – igorcbarros.deviantart.com
FurAffinity – http://www.furaffinity.net/user/igorcbarros
Facebook (mais voltado ao furry fandom) – http://www.fb.com/igorcbarros

06
jun
13

Wacom Inkling MDP-123. Uma solução para Igor C. Barros?

Eu ia colocar isto no Tumblr, mas vai aqui neste blog que está voltando ao Glasgow 04 (médicos entenderão). E como este blog tem comentááááarios, quem sabe vocês poderão me ajudar, ou fazer propaganda da Telexfree ou da BBom… Vamos lá.

Como vocês que só ficam acessando aqui não sabem, em 2012 (ano ignorado por este blog) eu comprei um tablet da Wacom, e até, contrariando as tendências da época, COMPREI [para a minha família, “comprar” é palavrão]um programa gráfico, o Paint Tool SAI, que, dizem, os estúdios Maurício de Sousa usam para a arte-final computadorizada. Iria partir para a arte digital, 100% digital e estava radiante, achando que iria postar 2 vezes por dia no DeviantArt e enfim superaria os meus “mestres” Herbie BearClaw e Jen Seng (mesmo que eles não saibam e/ou não façam questão disso).
LlLledo engano, caro tele-espéc.

Software Paint Tool SAI

Software Paint Tool SAI usado por Igor C. Barros. Nota – Esse desenho foi feito via mouse tradicional, sem a caneta (e nem o mouse da Wacom Intuos3).

Depois de alguns meses eu… não me adaptei a caneta digital. O meu traço, quando resolvia aparecer, ficava ainda mais falso do que fazendo vetorização manual por cima do lápis escaneado. Fiquei phulo da vida, tinha visto desenhos sensacionais no DeviantArt de gente que estava “testando” equipamentos parecidos com o meu, como a Wacom Bamboo. Pegadinha do Mallandro, háá! Se bobear os caras usam isso desde 1989 e não falam pra ninguém.
Atualmente o meu irmão, designer freelancer de comunicação visual, é que está usando esse equipamento, e para os desenhos eu voltei com o esquema anterior – desenhos de papel (pautado), lápis (HB) e caneta (Staedtler/Sakura) escaneados e convertidos em curvas pelo Inkscape. Esquema que inviabiliza qualquer coisa mais detalhada, como HQs inteiras, por exemplo.

Aí o que acontece. Por acaso, descobri que a Wacom desenvolveu uma nova tecnologia: uma caneta que escreve de verdade, mas tem seus movimentos rastreados por um equipamento colocado na borda do papel. Esse equipamento grava até 2Gb de traços e os transmite para o computador, e daí para softwares gráficos ou vetoriais. É possível inclusive criar ‘layers’ diferentes durante o desenho físico.
É a Wacom Inkling MDP-123. Que já tem como polêmica o preço: nos EUA, 99 doletas, e no Brasil eu já vi pela pachorra de 1080 dilmas, e não era sequer folheada a ouro – mas esta loja aqui tem um preço mais condizente com a realidade, 769 BRL.

E algumas questões surgiram. Muitos artistas dizem que esta caneta seria adequada apenas para esboçar, e que os trabalhos pra valer seriam realizados nos Corels ou Illustrators da vida.
O problema é que, TODOS os demos e reviews que eu vi até agora são com artistas que desenham com luz e sombra! Não vi nenhum CARTUNISTA, como eu, utilizando a Inkling. Esses artistas dizem que essa caneta não serviria para fazer, digamos, o produto final. Eu já acharia que sim. Só que tem mais um outro problema –
O outro problema é que dinheiro não dá em árvores, e eu já gastei também cerca de 700 reais com a Wacom Intuos3. Gastaria eu outra vez 700 paus com a Wacom de novo? Será que haveria alguma possibilidade de eu não me adaptar à Inkling, que é uma caneta FÍSICA, que escreve com tinta e tudo? E as cargas, durariam tanto quanto uma caneta convencional? Seriam fáceis de se encontrar ou de comprar? Afinal, quando que eu vou postar 934,12 HQs por dia na Internet como fazia o saudoso Matheus Kamiyama que usava o Microsoft Paint?! Se você sabe de alguma coisa, se você tem essa caneta, por favor, aguardo o seu comentário. E muito obrigário!

05
jun
13

O falso folclore que existe em relação à vacina!

O falso folclore que existe em relação à vacina!

Este aqui vai especial para um famoso da Internet (não é o TVDNN, não é o Galebe e não é ninguém do Comédia) que andou frequentando este blog há alguns anos…

22
jun
11

Olá, tudo bem?…

Para você que assistiu os vídeos clássicos da Salt Cover no YouTube, que terminavam com o endereço deste blog, uma novidade: acesse o nosso site oficial:

http://www.saltcover.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14
mar
11

Você ainda está aqui??

A partir do dia 15 de março de 2011, acesse:

www.saltcover.com.br

21
jul
10

Especial Metrô, Parte 2: linhas do futuro e do passado

Sonhar é bom. Quem não sonha? Pois é, e uma certa cidade latino-americana de língua portuguesa, a uns 500 metros de altitude, e conhecida por seus chopps e pastéis também sonha com a expansão de seu melhor sistema de transporte. Esse projeto é chamado de Rede Essencial.
Aí eu pensei: e se eu fizesse uma brincadeira, uma imitação dos mapas que existem nas estações dizendo as linhas atuais, só que colocando a Rede Essencial?
Por incrível que pareça, foi mais fácil do que achei que seria, gracças aos recursos do programa Inkscape. (Que não se comportou bem, ele travou umas 15 vezes, mas eu salvei tudo e voilá!) Coitado mesmo do primeiro cara que fez isso, com caneta, régua e quilos de Letraset! Enfim, eu phiz alguns anos antes um trabalho que algum dia eles mesmos terão de fazer, e quem sabe você veja isso daqui a uns 20 anos (OU MENOOOOS!) nas estações por aí.

Craro que tem uns poréns nesse trabalho aí de baixo. Só contamos as linhas de “metrô legítimo”, não as de trem (7-14) nem as de monotrilho (15-17). E consideramos duas linhas sem nome e cores definidas que estão fora do programa Expansão SP, que chamamos de 18-Sei Lá e 19-Ciano, como metrô legítimo. (Aliás, nem adianta procurar por aquele site, ele foi retirado do ar devido à legislação eleitoral. Aí eles aproveitam e atualizam as datas… OPA! Olha aí a sugestão de pauta pro Superpop e pro Pânico, vocês que gostam de usar a mão de obra psíquica deste país: perguntem aos videntes quando essas linhas vão ficar prontas, que tal?) Linha ciano porquê eu me lembro de ter visto em um horário político, uma linha com esse trajeto ser chamada de linha Celeste, como cada vez mais gente tem impressoras à jato de tinta, pensei em ciano, termo cada vez mais popular.
Vamos lá, e clique na imagem pra ampliá! Guarde esse mapa, um dia ocê vai pricisá!

Uma coisa não foi nada fácil, enfiar os nomes República e Anhangabaú no meio desse mapa. Já imaginou se Guilhermina-Esperança ficasse no centro?… Lembrando que isso aí, assim como os esquemas de verdade, não tem escala.

* UPDATE: A estação Angélica, da linha 6, está sendo questionada pelos moradores de Higienópolis. Muitos querem que ela vá para outro lugar, como a Praça Charles Miller, para atender o pessoal da FAAP e que vai para o Pacaembu – afinal a linha atende à diversas outras faculdades e estádios de futebol, como o Parque Antártica. Essa estação ficaria na esquina da Av. Angélica com a Rua Sergipe, onde fica um supermercado Pão de Açúcar, e em um raio de 600 metros existem “poucas” estações de metrô (confira no Google Maps) – Clínicas, Consolação, República, Santa Cecília e se andar um pouco mais, Marechal Deodoro! E muitíssimo mais perto do que essas estações está o estádio do Pacaembu!
Mas ao contrário do que escrevi aqui anteontem, já não concordo 100% com isso não. Outros moradores são, sim,  que nem o pessoal de Três Poderes e achariam que o metrô só atrairia a pobraiada para o bairro, além dos nóias. Sacanárre, filhos de Isaac! Arrependei-vos e crede no metrô!

Agora, vamos viajar na maionese. Fomos atrás, Internet afora, dos projetos mais antigos do metrô, e vamos mostrar o esquema do metrô “não como foi, mas como teria sido”… Sem a estação da Sé, que vira estação Praça Clóvis (com 3 linhas!!!), com o Ramal Paulista, saindo do Paraíso (ou seja, a linha que  passaria na Paulista seria a azul mesmo), o Ramal Moema indo até o referido bairro com só 2 paradas, a phamigerada linha Sudeste-Sudoeste (acho que eu só falei mais do João Kleber nessa minha história de blogs na Internet, quero logo mudar de assunto…) e uma outra linha sem nome nem cores oficiais que apelidamos de Sudeste-Nordeste (Brooklin-Vila Maria). Veeeja e… boa viagem!…

Clique na imagem para ampliar

Imagine quantas manobras os trens teriam que fazer na estação Paraíso desse jeito. Uma coisa que não deu pra escrever aí em cima, por falta de espaço, é que o Ramal Paulista já começava com o pé esquerdo: com a Estação Oswaldo Cruz. A praça Oswaldo Cruz fica a 500 metros da Estação Paraíso, se usar a saída mais próxima até lá. Então, estaria sendo feita a estação mais próxima uma da outra já construída no metrô. Oficialmente, as estações mais próximas uma da outra são e Liberdade, a 544 metros uma da outra, só que há um desnível entre as estações, não uma linha reta e até com contato visual como é o caso. O Ramal Paulista certamente sairia daonde hoje passa a Linha 2-Verde.

E outro mistério é… porquê a estação República Sudeste-Sudoeste tinha 3 plataformas, então? Pra onde mais ela poderia ir além de Jóquei Clube ou Via Ancheta? Mistérios da meia-noite, que voam longe… A propósito: “Independência”, “Pedro I”, “Monumento” e “Museu”: haja bairro do Ipiranga pra todas essas estações, hein?… E na vida real, Sacomã já tem metrô, muito mais moderno do que esse vejestório aí que seria a linha Sudeste-Sudoeste. Se bem que uma estação de metrô seria legal pra dar uma revigorada no trecho urbano da Via Anchieta, que anda meio mais pra lá do que pra cá.
Já a estação Pedro II Sudeste-Sudoeste é subterrânea, mas parte de uma das vias (ou de um leito para dois trilhos, sei lá, eu fui lá e não consegui ter noção do tamanho) pode ser visto através de uma claraboia no andar térreo da estação, depois das catracas (no sentido Barra Funda, pelo menos). O objetivo original era que a estação Pedro II se parecesse com a estação da Sé, na qual também uma claraboia parecida mostra os trens passando embaixo. A via existente aponta na direção da Rua da Figueira (sentido Jóquei Clube, iar iar iar). Olhando no Google Maps a distância entre Luz e Pedro II e sabendo disso, dá pra ter uma ideia da curva que os trens teriam de fazer.
Será que tem gente lendo este blog? Hoje (16 de agosto), quando estive lá, tinha mais uma pessoa olhando para a linha Sudeste-Sudoeste e se perguntando “wtf is this?”. Ah, e do lado da escada rolante, tem espaço para uma terceira escada, certamente seria a que iria para baixo.

Infelizmente ainda temos mais a falar sobre este assunto. Em breve, a guerra das placas…

12
jul
10

Especial Metrô!

Ninguém pediu, mas como eu venho tirando algumas fotos das minhas saídas há algumas semanas, vamos falar um pouco (um pouco?) do meio de transporte de São Paulo que não pára com os engarrafamentos da cidade! Só quando inventa os seus próprios… Bem, e aqui vamos falar de alguns temas interessantes.

Não ultrapasse a faixa amarela, você pode ser atropelado pelo piso

Na estação Paraíso da linha 1 há talvez a maior e, por enquanto, mais acessível curiosidade de todo o metrô de São Paulo. Uma faixa amarela, igual a que havia antigamente na borda das plataformas, é vista no meio de um dos pisos da estação, separando, sei lá, o norte do sul, algo assim. Na verdade, se você observar bem, parece que há algo tampado no chão da estação, paralelo à essa faixa. E observando melhor ainda, você pode notar que o final da plataforma nesse andar é meio estreito demais…
Esse é o Ramal Moema da Linha 1, uma ideia das antigas que não deu certo, teria 3 estações entre Paraíso e Moema – na direção da 23 de Maio, na outra parede. Tem uns 300 metros de trilhos não eletrificados e diferentes dos demais, que talvez só sirvam de “museu” algum dia quando forem desmontados, pra o pessoal conhecer como seria o metrô se ele fosse construído 20 anos antes – porquê planos para isso existiam!
Os trilhos são visiveis a partir de um lugar não acessível, atrás das portas fechadas. Olhando a partir dos trens da Linha 1, parece que esses trilhos terminam no túnel que existe atualmente, sem se ligar com o resto. No trecho atrás do muro, que está “disponível”, são estacionados alguns veículos de manutenção, como algumas caminhonetes adaptadas para rodarem sobre trilhos.
Mas o mais curioso de tudo isso é que a faixa amarela, que delimitava essa plataforma, nunca foi retirada ou sequer escondida dos olhos do público, ela está lá até hoje, e como museu… uma vez que as faixas amarelas não são mais assim, agora são uma fileira de lajotas de borrcha, do tipo que orientam deficientes visuais.
E o Ramal Moema acaba de ganhar um… piercing, digamos assim. Pelo meio dele vai passar um elevador para deficientes físicos, que está sendo instalado. Moema e região vão finalmente passar a ter metrô através da Linha 5-Lilás.
O pessoal do Metrô de São Paulo deve detestar ouvir falar em ramais, todos os planos que eu ouvi falar de linhas de metrô com mais de 1 destino caíram por terra. A futura Linha 15-branca, por exemplo, era para ser um ramal da Linha 2 – que por sua vez era um ramal da linha 1, nos projetos dos anos 60! A propósito…

Novidades sobre a linha amarela… não essa, a das antigas

Visual bicolor para a Linha Sudeste-Sudoeste. Se as letras seriam pretas ou brancas, isso jamais saberemos...

Uma imagem em um antigo vídeo institucional, disponível no site do Metrô, mostra o que seria o visual bicolor da linha amarela, com a parte de cima em ocre – cor presente nos computadores desde o 8 bits. (Ou em um tom sulferino, como diria a Bruxa do 71.) O mais interessante: essa linha, com as estações não definidas no vídeo, parece fazer a mesma trajetória da Linha 4 atual, passando pela estação República e… termina na estação Pedro II!
A plataforma-“fantasma” da estação República, que virou notícia há alguns anos, ficava em um andar intermediário da estação e aquela não existe mais… estava apontada na direção errada, nem daria pra ser usada. Mas se tudo deu certo, parece que a estação pra valer, a da linha 4 moderna já existe. Só falta ser inaugurada! Parte do trajeto do que seria essa linha amarela-ocre hoje é o trajeto do Fura-Fila, por isso o pessoal nem pensa mais em fazer metrô nessa região. Espero que pelo menos esse tal de Fura-Fila seja bom…

Então, a estação Pedro II fica aí presenteada como tendo a única plataforma-fantasma ainda em, hã, desuso, do sistema (mesmo por quê, não dá pra demolir, ela fica acima do nível do solo). Essa ficaria em um andar inferior dessa estação. Na verdade, segundo a Wikipédia, até que ela seria de visualização não muito difícil, preciso conferir uma hora dessas…  E sequer tem trilhos, ao contrário do Ramal Moema.
Os trens, até 1980 (Sé e outras estações da linha 3 foram inauguradas em 1979), nem paravam na Pedro II, porquê acreditava-se que o grande movimento viria com a linha Sudeste-Sudoeste, com o pessoal vindo da Estação da Luz. Que, no entanto, continua sendo a parada final da linha 4, inclusive dando uma olhada no plano da Rede Essencial, o “metrô dos sonhos”. Pelo visto, Pedro II amarela miou de vez – até em reportagens sobre o assunto, dizia-se que seria caro demais levar o metrô até lá com a linha 4 de agora. Eu disse do lance dos ramais. A plataforma-fantasma (que agora o é de fato) da Estação República Sudeste-Sudoeste tinha 3 lugares para o metrô passar, em vez dos tradicionais dois. (A poprósito, o projeto original da estação da Sé, nos anos 60, previa TRÊS linhas, ou seja, a amarela poderia também passar por lá. Mas não tem trilhos tampados, nem nada. Pelo visto, passaram essa função para a Pedro II.)

O Metrô, pelo visto, aprendeu a lição. A estação Chácara Klabin pretende também futuramente ter duas linhas (2 e 5). Mas, no lugar onde deveria estar a Chácara Klabin Lilás, abaixo das escadas rolantes, por enquanto, apenas um piso de tijolos intertravados e, muito provavelmente, terra por baixo. Na verdade, dá até a impressão de que vai ser difícil “acertar a mira” e colocar a estação exatamente naquele lugar, mas… vamos aguardar, 2013 é “logo ali”!

Na linha 4, é possível ver as “não-estações” Fradique Coutinho e Oscar Freire no caminho entre as duas estações já existentes. A dica são os postes entre os trilhos, que seguram a catenária (os trens da Linha 4 são alimentados por cima, como os trens urbanos das linhas 7 em diante) e as grades onde estariam as portas da plataforma. Uma situação semelhante existiria também no metrô do Rio de Janeiro, só que com estações sem previsão de inauguração e que só estão no concreto. Pelo visto, as Tartarugas Ninja morariam no metrô carioca…

O visual bicolor das linhas está sendo aposentado porquê o espectro de cores é necessário para representar as demais linhas do sistema, como a Linha 6 – Laranja, por exemplo, além da futuríssima Linha “19” – Ciano (nem tem número vago nos planos do Metrô pra essa), que aparece na Rede Essencial, ligando Corifeu à Bresser. A linha 5 – Lilás nunca teve isso (Ainda bem! Argh…)
Mas, quanto à isso, há controvérsias, como veremos à seguir…

A guerra das placas?

Uma estranha “disputa” avança através das linhas 1 e 2 do metrô de São Paulo. Algumas estações, como São Joaquim, Ana Rosa e Paraíso, estão tendo sua sinalização trocada para um padrão diferente do resto do sistema. Todas as placas tem fundo branco, algumas traduções em inglês, e usam a fonte Helvetica Rounded, além de algumas partes fazerem menção à uma lei que… sei lá se continuará existindo, a famigerada “lei antifumo”, que diz que um simples aviso redondo de “não fume” não é suficiente, mas voltemos ao assunto. Essa estranha troca de padrão avança silenciosamente, quando, por outro lado, linhas inteiras, como a Linha 4 – Amarela, estações novas como Sacomã e estações já prontas como Tamanduateí e Vila Prudente estão todas prontas… com o “visual antigo” de sempre! A impressão que dá é que há comandos conflitantes dentro da empresa em relação à esse assunto. Na estação Paraíso, os tradicionais totens também foram retirados e substituídos por uma placa só com o símbolo do metrô, porém os totens existem na Linha Amarela e nas estações que eu citei, novinhos em folha. Quer dizer, se há uma briga, essa briga vai longe!…


E pra completar, esse visual novo parece um tanto sem sentido. A linha a qual a estação pertence, ou é um detalhe (uma pequena barra em cima das placas) ou nem isso, como nas estações da linha 1, nas quais as placas são totalmente brancas (e vem aí a linha 15-branca! Como é que fica?!). Além disso, o nome da estação é repetido muito menos vezes. Já tive que responder á uma senhora que o Metrô estava descendo na estação Paraíso. O nome sequer podia ser visto de onde a gente estava, e a estação estava um tanto irreconhecível, com as placas brancas.

Afinal, qual é o padrão visual do Metrô de São Paulo?… E pior é que não estamos sozinhos. Nosso córrespondente no Rio de Janeiro, TVDNN (onde o metrô é privado) diz que por lá há estações com sinalização em pelo menos três padrões diferentes, ás vezes até mesmo um perto do outro! Bom, empresa privada são outros quinhentos. A poprósitis, no Rio de Janeiro é importantíssimo o letreiro na frente do trem, porquê ele pode tomar caminhos diferentes mais adiante. Já o indicador de itinerário do Metrô de São Paulo deve ser a peça menos usada de todos os trens, só presta quando a linha está em expansão e olhe lá.

Tá se achando um aeroporto

Aliás, como eu sou velho de marré de ci, na linha 1, sempre onde você pode ver relógios analógicos dentro de caixas, também haviam mostradores de destino eletromagnéticos. Tradução: de chapinhas de metal que caem pra frente, como os que costumavam haver em aeroportos, com o nome de todas as estações. Só que eles não tem mais utilidade porquê os trens não param mais na metade das linhas. Sim, já houve um tempo em que o metrô nem chegava até Santana!… Talvez já tenham tirado todos, mesmo por quê também, as plataformas sempre são usadas para o mesmo destino.

Biodiversidade… de aço inox.

Pelos trilhos das linhas atuais, de 1 a 5, podem passar até 8 tipos de trens diferentes, desde os mais antigos, da “Série A” (os com uma janela pequena no lado direito), até dois novos em folha da linha 3 que tem ar condicionado, comprados este ano, da “Série H”. Até hoje, nenhum vagão de metrô foi aposentado, ao contrário do que deve acontecer muito com os vagões de trem. Ou seja, se quiserem fazer um “Museu do metrô”… ainda não será possível! Uma descrição completa está neste artigo da Wikipédia.

Tem algumas imagens a mais chegando neste artigo, aguardem!




VOCÊ CONHECE A FITA VHS “AS GAFES DA GLOBO EM 84”?

Conhece? Tem? Sabe quem tem? Já viu? Clique aqui.

Igor C. Barros Cartoons, o Blog

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