Archive for the 'informática' Category

06
jan
10

Olá, futuro, como tem passado?

Vocês podem não acreditar. Mas ainda estou cansado por causa do mês de dezembro!!! Aaaaaaaarghhhhh…
Temos ao menos uma novidade, que para a maioria dos nossos telespectouvintes não faz a menor diferença, mas enfim. Trocamos o scanner que não funcionava em USB 2.0 por uma multifuncional da Epson. Uma das vantagens é que esse scanner usa LEDs em vez de lâmpada de mercúrio, como o outro. E é uma combinação de LEDs RGB, não leds brancos com fósforo, ou seja, é pelo menos 11 anos de scanner pela frente. E também, porquê a Epson tem o sistema de cartuchos originais de impressora mais barato do mercado, com CYMK separados um do outro. Em outras impressoras já joguei muito cartucho fora só porquê acabou o amarelo ou o magenta… cartuchos que custavam praticamente, sei lá, o mesmo que um game original de PS2! Um cartucho de impressora era praticamente um investimento, tamanho seu preço.
Ou seja, poderei também imprimir material promocional. Material esse que pode ser enviado à empresas e sites que podem concretizar os nossos projetos. Quem sabe?

Aliás, o bom filho à casa torna, Epson foi a marca da primeira impressora que tivemos na vida, em 1991, com um PC 286. Impressora matricial, de agulhas e tudo o mais, mas, e daí? Poderia, anos antes, ter tido impressoras voltadas para o MSX, como a Elgin Lady 80 (possivelmente clone da Epson, as letras eram idênticas), mas o preço delas era “Consulte-nos” em todos os anúncios da época. Quanto custava aquele bixim, então, 1 milhão de cruzeiros?!…

Bem, portanto, chega de reprises no DeviantArt. Em breve, desenhos completamente inéditos por lá!

Ah, mais uma coisa. Obrigado a todos, que dia 4 tuxaram este blog com 42 page views. Agora, já estava em tempo de algum blog fazer links para cá… porquê, segundo as estatísticas, o último link que fizeram para este blog era referente à saída do ar do canal MofoTV do YouTube, que aconteceu no final de 2008!! Pra quem não sabe, a Mofo voltaria ao ar em 2009 usando 4 canais no YT, mais o 4Shared e possivelmente outros sites de vídeo. Sei lá como anda atualmente, e eu não quero saber, pra não desanimar de voltar com a Salt Cover – atualmente nossas pretensões são voltar via Videolog, 4shared e Mediafire. (Tem gente que odeia a Videolog, eu sei, mas o Nelson Machado, da TV Capricórnio, posta vídeo de 1 HORA lá e fica sensacional, não tem assunto proibido, citações e sátiras – como as da VaiVC -são amplamente toleradas, entonce… Já me sugeriram a FizTV, mas foi tarde demais, quando o site havia encerrado suas atividades. Sabe, seria a maior vingança da minha vida, estar unido, de uma certa forma, à emissora mais legal e ao mesmo tempo mais chata do Brasil.)

19
fev
09

With dust

Começando com a trilha sonora: Tablatura, atenção: D-E-E… D-E-E… D-E-E…
Não costumo falar de videósgames, esse assunto é muito melhor coberto pelo pessoal desse blog aqui. Mas o UóÓóÒL nos informa que a produtora brasileira Donsoft Entertainment acaba de lançar, após 6 anos de desenvolvimento, o game Capoeira Legends – Path to Freedom. A ação se situa em 1828, e o protagonista, Gunga, defende-se de fazendeiros e escravocratas com golpes de la capöeira, essa arte marcial afro-brasileira. Rapaz, game diferente está aí. Uma espécie de “Wolfenstein” brazuca, só que em 3D e sem armas de fogo. E talvez nem precise. DIZEM que alguns dos golpes de capoeira são… hã… mortais. Por via das dúvidas, a menos que você seja lutador de sumô com experiências em luta livre e saiba soltar haduken, é melhor não arriscar…
E os caras pesquisaram bem, já que gunga é o nome do berimbau de som mais grave, segundo a Wikipédia.

O game, para PCs Farias, custa R$ 29,90 – preço bem razoável, e será vendid no site da Donsoft (link atualizado). E estão previstas sequências de Capoeira Legends [em outubro de 2009 elas já estão sendo anunciadas.]
Outros games da Donsoft vão seguir essa linha de cultura brasileira. Vamos ver que outras idéias poderão sair daí. (Que tal Seguuuura Peão? Sacaneei…)
A capoeira já havia aparecido em games antes disso, com o personagem Eddy Gordo, da série Tekken, mas, ao contrário de Gunga, este não luta exatamente capoeira. Os mestres torciam o nariz como, por exemplo, já que é para ser brasileiro, um dos caipiras de “A Marvada Carne”, que espirrava e o chapéu voava, lembrou?…

E veja em Igor C. Barros Cartoons: dois novos fanarts da Rosalyn, no traço de Anderson Quespaner! Desperta, Brasil, a Rosalyn vem aíl!

[EDIT: Curiosamente, um post campeão de audiência, mesmo com esse título meio enigmático! E uma novidade, é a Donsoft que está por trás do filme nacional Besouro, com temática extremamente semelhante à de Capoeira Legends.]

27
jan
09

O que é Web 1.0? – Parte 0

Em um recente comentário, uma pessoa argúiu-me a respeito do “meu” conceito de Web 1.0, que eu falo às vezes aqui, sobre o que constituiria isso. Taí, pretendo responder isso em breve, definindo melhor o que, na minha opinião, era a Internet das antigas, e no que ela era melhor do que a que temos hoje. Isso ainda está meio indefinido. Esta charge de Maurício Ricardo fala um pouco a respeito. Embora quando ela foi feita (2002), ela ainda estava, na minha opinião, sob a Web 1.0 geral. 2002 foi o último ano em que acessei a Internet através de modem telefônico, através do IG quando este era um provedor gratuito de Internet. Já já, algum post que preste.

12
nov
07

Os anos 80 foram ótimos, mas… e daqui a 10 anos?

De olho nas phuturas gerações (desta vez, não de caracteres), que talvez ainda farão a festa “Trash 90’s” entre outras coisas, este blog faz uma lista da década de prata, na qual nasceram muitos dos pirráleos que hoje lhe empesteiam! Você, que tem amnésia, por acaso se lembra déeeee….

  • Tec Toy (tá legal, começou em 1989, mas tá valendo) e seus produtos de sua fase de ouro, como Pistola Zillion, Pense Bem, Mini Bit, Teddy Ruxpin (com a voz do Selton ou Danton Mello, sei lá, um dos dois!), etc.
  • Clones do NES (Phantom System, Top Game, Dynavision e um clone do Famicom japonês que guardava o joystick encaixando no console, até hoje não sei o nome) – É, nos EUA eles fazem parte dos anos 80, mas graças ao governo brasileiro, acabariam marcando a década seguinte! Me lembro do impacto que foi ver o Super Mario Bros. pela primeira vez, algumas coisas os MSX, que eu usava na época, não fariam jamais, como fazer o Mario ter incríveis 64 pixels de altura depois do cogumelo. Os Dynavision (quase um Playstation 2! E mais resistentes!), por incrível que pareça, ainda estão aí!!! Será que os fãs de NES sabem que, vindo ao Brasil, podem ter um NES zero quilômetro?…
  • Depois de se divertirem com Apple ][, MSX entre outros, as pessoas redescobrem os PCs com os games Lemmings, Prince of Persia, Indy 500 e F-1 GP. Ah, e com um tal de Oíndols 3.1! (Lemmings foi desenvolvido pela DMA Design, que hoje é a Rockstar, que fez um ou dois joguinhos que as pessoas jogam por aí, como GTA San Andreas…) Aliás, com um detalhe: o Windows era um “programa” dentro do DOS, que você tinha que entrar nele!!
  • Teclados musicais! É, muito mais gente os teve nos anos 90, graças à Casio… Mancada minha, quisera eu ter enchido o meu pai, lá no começo dos 80’s: “Pai, me compra um Prophet-5?… Pai, me compra um Jupiter 8?… Pai, me compra um CP-80?…” Mas os tempos mudaram e os produtos da Casio já estão caros pra k7, por isso hoje existe uma tal de Fenix, que nem site tem, que faz os únicos teclados com preço de três dígitos da atualidade…
  • Fitas cassete. Mas de cromo e Metal, claro… Ah, muitas delas falsificadas e vendidas em camelôs. E algumas delas ainda compradas das gravadoras.
  • Disque isso, disque aquilo, disque 900! Sucessor interesseiro, mercenário e usura do Disque 200, da década anterior. Na época, não se sabia o que dava mais dinheiro: abrir um colégio particular, ser fabricante de correias dentadas ou abrir um serviço de Disque 900…
  • A partir de 1994, refrigerantes à granel, graças à fabricantes como Convenção, Simba e Dolly! Uhú!   (Se você torceu o nariz, olha só: em 1994 estive em um evento no Salão Nobre da Assembléia Legislativa de São Paulo, onde até estavam pessoas públicas, como os jornalistas Hélio Ansaldo, Murilo Antunes Alves (lembra do Jornal da Tosse, da Record? E teria aula na faculdade, 4 anos depois, com Aurélio Medeiros), Juarez Soares e Helena de Grammont e outros famosos, como Consuelo Leandro e Georgia Gomide, fora uma senhora cujo nome me escapa, que foi a caçadora de talentos que descobriu Angélica e Gugu.  Enfim, foi a única vez na minha vida que vi pessoas assim no mesmo ambiente que eu!  Bem, nesse evento, garçons serviam um refrigerante muito bom. Aí, circulando, descubro que eles enchiam os copos com PETs de 2 litros de guaraná e limão Convenção. E pensa que a galera achava ruim?…)
  • É, uhú mesmo! Enquanto estiveram juntos, os Sobrinhos do Ataíde me fizeram rolar de rir, no rádio e… dammit, não vi eles na Band!
  • Carrossel, Rosa Selvagem, Topázio, Simplesmente Maria… É, o SBT já não era mais aquele, mas por outro lado, não seria mais este! Pelo menos eles não reprisavam game shows de 10 anos atrás pra tapar buraco… [O SBT, na época, estava reprisando o programa Xaveco, de 1995]
  • Ligue já para zero onze, 1406! (sem o número da operadora, bons tempos…)
  • Bonés (para você que nasceu em 1999, bombetas) de times da NBA, principalmente quando Michael Jordan e Magic Johnson ainda jogavam, claro. E os Hornets ainda eram em Charlotte – esse eu tenho.
  • Bermudões com estampas xadrez (isso é MUITO anos 90…) E em 1997, roupas e sapatos em duas cores: cor-de-laranja e verde limão escuro, no vestuário feminino. Sei lá o que fizeram com elas depois… Ah, foi nos anos 90 que as mulheres phinalmente começaram a usar… terno e gravata. Eu me lembro do choque que foi ver na televisão, em 1988, a primeira a fazer isso, a atriz Nívea Maria, no comercial da revista Criativa…
  • Internet discada e seus provedores, como AOL, STI BBS, ZAZ, SOL, etc. Ah, todos muito bem pagos até surgirem iG, POP, BOL e BRFree…
  • Longas animados da Disney (a empresa vinha de mais de 20 anos sem nenhum sucesso na área, e hoje, se bobear, vai ficar mais 20 anos na fila, meu fi’…)
  • Camisetas dos Looney Tunes (da Side Play) e uns anos mais tarde, do Big Johnson. Penso que essas camisetas (devem ter existido nos EUA, com certeza) incomodaram a Disney, porquê elas modernizavam geral os personagens da Warner como a Disney até então relutava em fazer. O Pato Donald de camisa florida que se vê hoje em dia na TV era impensável nos anos 80.
    E acabo de ter uma notícia não muito agradável, segundo o Google, a Side Play não tem mais site oficial… é isso que dá ficar 2 anos sem ir em shopping por causa do trabalho! Uma pena… os meus personagens devem muito à essas camisetas. Ainda explicarei melhor.
  • O Mundo de Adrian – Ahá! Esta ninguém se lembra. Foi em 1996, a Adria lançou uma linha de macarrão que vinha com uma linha de personagens junto. Adrian era uma espécie de Galtar depois de fazer curso com o He-Man. Pra vocês terem uma idéia, até site com domínio o personagem tinha (adrian.com.br), em uma época onde menos de 1% da população tinha Internet! Bom, como não vi mais nenhum comercial e nunca cheguei a visitar o site, acho que isso foi um certo phracasso…
    Chico Jacaré – Ahá (2)! O negócio é o seguinte, esse era um personagem que tentou ser uma espécie de Barney brasileiro antes do original chegar ao Brasil. Posso falar? Seria muito melhor que o original… mas não foi pra frente. Ah, a série era em videotape. Valeu ao menos pela ousadia, geralmente o pessoal insistiria em fazer em película.
  • Aqui, agora! “É tipo o Notícias Populares na TV”, como disse um colega de escola em 1991, quando viu o programa pela primeira vez. E mais pro final da década, Cidade Alerta. Enfim, a violência campeava pela nação, e só a Turma da Mônica é que conseguia brincar na rua – e posteriormente, com a companhia de Do Contra, Nimbus e Marina Lima, digo…
  • Ah, o NP… ele atravessaria a década, e chamou a atenção por ter passado por uma reforma visual, que deixou o jornal… mais feio! O jornal foi substituído em 2000 pelo Agora São Paulo, que tem manchetes um pouco menos sensacionalistas, mas tem.
  • Philmadoras VHS (antes do Plano Collor, claro), VHS-C, 8mm… Uma muito conceituada no meio semi-profissional era a NV-M9000, da Panasonic, um pequeno parque de diversões, com os incríveis botões Audio Dub e Insert! Putz, o que eu não faria com uma dessas… Mas os computadores assumiriam essa parte.
  • Ah, editar vídeos em computador? Só no final da década, e 9 minutos de cada vez!! Sério, era assim que a galera fazia, com minúsculos drives de 5, 10 Gb (em 2000, o nosso tinha dois gigas!)
  • Artistas que phaziam sucesso? Pois é, Brasil (e aqui vai uma resenha escrita por alguém que não manja nada do assunto, ok, portanto, don’t reclaim.) A música se dividia entre a dance music and the rest of the world. No primeiro time, Ace of the Base, Joy Salinas, Co’Ro (que o pessoal tirava sarro e cantava “Ìpsilon!… Ípsilon!…”), Corona (essa era brasileira, cês acreditam?), Netzwerk, Haddaway… E no segundo time, Razão Brasileira, Raça Negra, Negritude Jr., Só Preto Sem Preconceito, João Paulo & Daniel, Zezé di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo… Incrívelmente entre eles estavam dois pirrails que virariam a década, Sandy & Júnior. Mas o segundo time tomaria um baque com o renascimento das bandas de humor, como Destemidos Limonadas, Pânico – eles mesmos! – e, claro, Mamonas Assassinas. Putz, mas eles morreram!!! Nããão!!!… (Aliás, ninguém nunca notou isso – nem eles – mas “Pense em Mim” era uma balada romântica, como as de George Benson ou George Michael, por isso que fez sucesso, cháspita!!)
  • Mas alguns deles sentiram o baque quando, no final da década, o mundo notou que não precisava comprar 26 CDs para descobrir que não teriam de jeito nenhum músicas que tocavam nas rádios como Like a Prayer, It’s a Wonderful Life, Grand’ Hotel e Pra Começar… Temos culpa?!
    [EDIT: O lance da dance music merece uma explicação mais detalhada: isso foi uma briga do dono da Jovem Pan, Tutinha Amaral, com o pessoal das gravadoras. Era comum, no começo de 1992, certas músicas não tocarem na Jovem Pan, por eles terem se recusado a pagar o jabá exigido, e a rádio acabava satirizando essas músicas! Parabólica, dos Engenheiros do Hawaii, era uma delas, virou Paranóica, que terminava com o cantor arrancando o fone de ouvido, dizendo: “Mas que música chata!”…  Era bem interessante alguém pôr isso na Internet, eu só tenho uns 20 segundos desta última e olhe lá. Essas músicas, que vinham desde 1991, viraram um LP que só era vendido na “Loja Jovem Pan” do Shopping Center Norte (por que será, hein? Acho que esse LP é mais raro que aquele do Roberto Carlos cantando bossa nova…)
    Tutinha acabou monopolizando a programação com as músicas da gravadora Paradoxx, pertencente a um amigo dele, e a Paradoxx só distribuía dance music. Não sei se foi por causa disso que a dance começou a fazer sucesso. Eu até gosto de algumas músicas, mas das originais (como as de Doctor Alban, DJ Bobo e Ace of the Base, por exemplo), não das infinitas releituras dos anos 70 e 80 que os conjuntos da época passariam a fazer (fora a fórmula ‘refrão melódico’ + ‘rap’, de 80% das músicas).
    Isso foi até mais ou menos 1997, quando de uma hora pra outra, voltou a se ouvir axé na rádio, com o Netinho da Bahia – em 1992 eles tocavam Daniela Mercury!! – ao lado das Spice Girls, que de dance music tinha muito pouco.]
  • A Rua Franz Schubert, no bairro da Cidade Jardim, em São Paulo, foi “o” ponto de encontro da galera que curtia a dance music nos anos 90. Ou quase: por incrível que pareça, as danceterias estavam totalmente abandonadas já em 1998!
    Hoje tem prédios residenciais nessa rua. Pensamento de hoje: “Se a vida é um vento que sopra, uma danceteria, seja qual for o ritmo (disco, new wave, lambada, dance), é um vento soprado por alguém com asma.” *buééeím*
  • Um programa pra mim marcou a década de 90 por ter sido único em seu tempo foi o Ponto a Ponto (1996). A Globo estava irreconhecível nesse programa, que foi a primeira coisa a ser gravada nos então três estúdios do Projac. E tem certeza que a tal “Banda Ponto a Ponto” não era um playback, não?!… Mas tem certeza mesmo?! Eles falam português, pelo menos?…

Assim que eu me lembrar de alguma coisa tem mais, e este post vai para os “Posts Importantses”.

25
ago
07

Glorifica de pé!!!

PS: Já viu o nosso vídeo nuevo? Veja no post abaixo.
Último Segundo: Apple quer deixar de ser cara no Brasil

Até que enfim! A Apple Computer, além dos impostos, adota uma política de preços altos por aqui – não sei por quê. Isso vai beneficiar os fanáticos por IPued, mas estou de olho é nos computadores, mesmo. Nos EUA, Macs e PCs concorrem pau a pau (mesmo com a famosa “arquitetura fechada” da Apple), o preço é praticamente o mesmo, e por isso lá tem muito mais Macintoshes do que aqui – e estamos falando de PCs “legalizados”, tipo aqueles das empresas, não daqueles que a gente sonha em comprar, mêide in Cháina, entendeu?…

Existem computadores Macintosh, dos mais modernos imaginàveis, à venda nas lojas Fnac. Só que o preço deles é praticamente impossível de ser pago: a parcela é muito maior do que o limite de crédito da maioria dos cartões que as pessoas tem por aí! Talvez dê pra pagar com o cartão da Sasha Meneghel, se ela fizer um financiamento no BNDES

Devido ao meu trabalho, uso Macintosh para edição de vídeos. E um computador da linha “supostamente” amadora da Mac – um IMac, ainda sem cãmera embutida – consegue dar uma surra em um PC turbinado em matéria de som e imagem! A Midi dos IMac não tem aqueles sonzinhos horrendos de playback de música do Humor Tadela não, muito pelo contrário. E o hardware de áudio é potente o suficiente para fazer reverb em tempo real… sem placa Audiophile nem nada, imagina com.
Bem, buena suerte á Apple. A propuèsito, momento gordural! *Brrróim!* Macintosh – melhor dizendo, McIntosh, era a espécie de maçã favorita do criador dessa linha de computadores, Jef Raskin, phalecido em 2006.

02
ago
07

Sessão Dentadura

Já está no ar a abertura da Sessão Dentadura (paródia da primeira abertura de todas da Sessão Aventura, produzida nos EUA pela Dolphin Productions).
http://www.youtube.com/watch?v=zRzXMX59DE4

23
jul
07

Intimo & Pessoal: O grande museu da informática

Fora os PCs, os únicos computadores que a minha família teve foram Commodore 64 e MSX (Expert, da Gradiente). E eu digo: Graaaaaassssas a Deus!!
Porquê? Veja no site Old Computers.com quanto tempo e dinheiro foram gastos em quase MIL modelos diferentes de computadores, sendo que uns 5% deles tenham dado certo…
(Mas veja com muito tempo livre, são MUITOS computadores mesmo!!)
E, segundo: acabo de conhecer o “rival” de Expert e Hotbit, o MC-1000, da CCE. Esse toma uma surra de PAL-Mole do Hotbit versão 1.0! O MC-1000, pra você ter uma noção – e isso não está nesse site, vi em outros – não tinha botão de Power (para desligar, tinha que tirar da tomada), não escrevia letras minúsculas (acentuação, então, nem pensar – coisa que os MSX faziam na maior) e não tinha teclas de movimentação do cursor. Ou seja, se você errou o que escreveu, teria que apagar todas as linhas até chegar no caractere e começar tudo de novo. Enfim, o MC-1000 foi um dos produtos que fizeram a CCE ser conhecida internacionalmente em todo o Brasil com “Comecei Comprando Errado”. CCE também foi a marca do meu primeiro gravador de cassete.
A marca só se redimiria por volta de 1998, com as suas geladeiras e hoje em dia vende PCs com os mais modernos chips da Intel de agora. Espero que pelo menos esses “deletem” da memória o caso MC-1000 e sejam melhores do que alguns PCs que eu uso no meu trabalho nos quais a fonte de alimentação usa um pino diferente e exclusivo para ser ligada na placa mãe, ou seja, pra trocar a fonte, precisa se trocar a placa-mãe junto, “só isso”…

E pra você que está ligado na Cover: outra produção que vem aí é do ‘setor SBT’ da Cover, o resultado da Tele-Sena. Só que aqui, tem outro nome. Aguardemmm, ôe! Falando nisso, tenha sorrisos amarelos com o vídeo Ritmo de Festa Acústico.

07
out
06

Igor C. Barros, sua vida, sua obra: a era MSX

Antes de mais nada, pra vocês que nasceram a partir de 1990, MSX não é dissidência de nenhum movimento de sem-terra… quer dizer, pode até ser, já que a tomada dele não era de três pinos! MSX foi um padrão de computadores de 8 bits criado na década de 80, no Japão pelo consórcio Matsushita, Sony e Microsoft (BASICamente é isso) e que durante alguns anos, superou a maioria dos PCs da época com suas especificações! Padrão? Exatamente, assim como as pessoas tem PCs hoje em dia da X5 computadores, da Whitebox, da Itautec e todos eles são compatíveis entre si (menos os Aptivas, mas aí é outra história…)

Ao contrário das outras centenas de computadores da época, o MSX tinha memória separada pra vídeo, o que fazia ele fazer isso mais rápido que outros computadores semelhantes. Isso fora várias outras coisas: o MSX já era capaz de tratar sons e imagens como arquivos, a programação já previa o uso de touch pad (nunca vi um desses, mas o comando existe!), e foi em um MSX que foi lançado o primeiro drive de 3½ polegadas do mundo, em 1984. E mais, através de um MSX 2 foram feitas as primeiras capturas de telas de TV do Brasil, no ano de 1988 (veja mais no site do autor da façanha, Ademir Carchano)

E o meu primeiro contato com esse universo foi, como a maioria das pessoas: através de um Expert, da Gradiente. Com o qual me maravilhei, pois vinha do universo incompreensível do Commodore 64, que o meu pai só entendia o básico e olhe lá. A “expreteza” do Expert, era, segundo a legislação, ser um videogame com teclado – se fosse tratado como “computador”, custaria muito mais. E para mim não custou tanto assim, pois o computador surgiu lá em casa através do serviço de Videotexto, da antiga e memorável Telesp, empresa na qual meu pai trabalhou mais de 20 anos, e no mesmo prédio que não era a sede da Telesp, mas que a Telefônica escolheu para ser a sua sede hoje em dia.
(A propósito, o Expert da Gradiente tem uma tecla, “SELECT”, que não serve pra nada, vocês acreditam?!…)

O Videotexto era uma espécie de avô da Internet. Apenas caracteres de texto e gráficos de baixa resolução, com 16 cores de frente ou de fundo, recursos como dupla largura, dupla altura ou os dois combinados… e só. Os usuários, curiosamente, não podiam digitar letras minúsculas, nem ponto de exclamação. Textos assim só apareciam na tela, pré-editados pelos chamados FSs – Fornecedores de Serviços, algo como os webmasters de hoje. O grosso dos serviços estava no telefone 148 da Telesp, mas também haviam fornecedores independentes, como Videobrás e Telerádio – fora o Sampinha, que só consegui acessar uma única vez e era todo em preto-e-branco. Tudo isso com um modem externo de 300 bauds (míseros 0,3 Kbps, quase a velocidade da banda larga que eu tenho atualmente… âhrrrrr…)

Aí um belo dia eu descubro, vejam vocês, que o MSX funcionava sem o cartucho phornecido pela Telesp… e de 1988 a 1990 eu acabei me tornando quase que um programador. Quase, porquê eu era ligeiramente “gonorante” demais em comparação com o pessoal que realmente manjava de computador naquela época. Já me preocupava mais com visual do que com programação e sentia muito as limitações da parte gráfica do MSX, como só poder ter uma cor a cada oito pontos na horizontal, na tela gráfica. Não sabia tanto de Basic quanto deveria (ironicamente o nome permanece até hoje, como Visual Basic, um programa que faz programas para Windows). Outras linguagens de programação, como Cobol, Assembler? Ih, esquece… não fosse pelo pouco que eu sabia de Basic, eu seria um poser, tal qual Phernando Pessoa (O poeta é um poser, que posa tão completamente, que chega a posar que é dor, etc., etc..)

Por ter um MSX graças ao Videotexto (em vez de ter comprado um na loja), nunca me preocupei em fazer como muita gente fez, e comprar uns kits de transformação para MSX 2. Mesmo porquê, vou confessar pra vocês: quando esse negócio começou, eu tinha 11 anos. E não eram 11 anos de programação, eram de idade mesmo!!! Sem chance… embora fosse leitor ávido das revistas Micro Sistemas e CPU MSX. Na verdade, assim como aconteceria mais tarde com Napster, YouTube e Orkut, eu entrei “no final da festa”… o boom do MSX no Brasil foi por volta de 1986, e em 1990 os PCs já começavam a superar os MSX 1 brasileiros, com o lançamento de games como F-1 GP e Prince of Persia (até então, PC era considerado “computador de trabalho”).
E a era MSX na minha vida acabaria em 1992, quando passamos a usar um PC-AT 286. A “World Wide Web”, que conhecemos atualmente e aonde você está neste momento, surgiria no ano seguinte, nos EUA.

Mas a minha surpresa viria já no século XXI. Por incrível que pareça, muitos programadores usam MSX até hoje ao redor do mundo (MSX 1, 2 e 3, fora o não-lançado MSX 4, só acessível via emulador) e só não fazem chover com seus equipamentos. Hoje em dia, até este blog pode ser lido por um MSX! Até jogo de Sonic o MSX já teve (“Sonyc”, para MSX 2), e em 1997 (nessa época os bebês já diziam CD-ROM antes de “Gugu Dadá”!) É um pessoal que deixaria o Professor Pardal no mínimo, confuso. Ou melhor: os “Nerds”, daqueles filmes, acabam de virar um bando de ignorantes e alienados… Em breve voltaremos com esse assunto, aguardemmmm




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Igor C. Barros Cartoons, o Blog

Feliz 2013! Este é o nosso blog secundário, porquê atendemos atualmente no Tumblr. Só que a compra do Tumblr pelo Yahoo! fez muita gente espontaneamente criar blogs da Wordpress. Seja como for, este blog está semi-de volta, só que diferente, despolitizado, mais maduro, mais velho, mais gordo, com menos cabelos, MAS com os mesmos sonhos:
"Fazer séries de desenho animado em grandes pólos produtores (EUA, Canadá, Japão, Filipinas, México) para que elas, com a máxima qualidade, possam também estar no Brasil, misturando-se às séries que vem do exterior, sem submeter-se aos ditames que regeriam o roteiro de um produto 100% nacional."
"Produzir músicas e/ou podcasts com qualidade equivalente a dos grandes estúdios para download ou streaming na Internet."

A Salt Cover? Desde 2010 ela é composta de mais pessoas além de mim, e atende em www.saltcover.com.br! Está sendo um tanto maltratada pelos nossos trabalhos na vida real, que sustentam o leitinho das crianças, mas está aí, e não morre quem peleia!

Crianças, que dia é hoje? 5:60!

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Arquivos Mort… digo, vivos (afinal, estamos na Wordpress)

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Sabe uma coisa que você pode fazer com ele? Doar para o Criança Esperança. Não é piada: pela Internet, você pode doar 24 horas e 365 dias por ano!!! E sem o Aragão te enchendo os pacovás! Duvida? Clique aqui!!

Este blog não é o seu genro, mas é bem visitado

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ATENÇÃO À DATA DA POSTAGEM

Este blog tem textos escritos desde 2004, e muitos dos links deles ou até mesmo suas informações podem não ser mais válidas.
Eu sei que infelizmente você veio aqui justamente por causa disso, é o Gôógle que é sem noção mesmo. Aproveite que você está aqui, clique no banner lá em cima e veja os posts mais recentes!

Só pra constar, viu

Agora aqui na WP, na página Míusiqui, as músicas que embalaram uma geração, pra você e todo mundo cantar junto! Essas e muitas outras você só ouve na Rádio Salt Cover, mesmo porquê a rádio clandestina da sua quebrada tem um nome a zelar.
Em breve, confira também o nosso perfil no DeviantArt, onde você finalmente vai entender porquê este blog se chama Igor C. Barros Cartoons...