Archive for the 'Maurício' Category

30
jul
09

Fôlego extra para o Parque da Mônica: acordo deixa o parque onde está até abril de 2010 – e mais algumas coisas…

Maurício de Souza [Produções] e o Shopping Eldorado entraram em acordo, revelou o cartunista no Twitter, estipulando o prazo final do parque no local até ablil, digo, abril de 2010. E depoizis? (droga, só eu não falei ainda do grande Mussa na blogosfera brasileira) Muita gente acha que a Turma da Mônica deveria ser um subparque do complexo Hopi Hari, onde existem áreas dedicadas a personagens como os da brasileiréééééérrima Vila Sésamo. Eu imagino como seria bacana uma espécie de Bairro do Limoeiro ao ar livre, e acho que ambas as partes iriam sair ganhando.
Mãns, como Maurééésssio nunca deu muita bola pra nós, aqui, da Salt Cover, temos também o lado B (ou C, sei lá) da história:

  • Se você está curioso pra pegar os últimos suspiros do parque, só uma informação, e écscrusiva (infelizmente): o Parque rompeu com o estacionamento do Shopping Eldorado. Visitantes do Parque da Mônica agora também pagam 20 reais pelo estacionamento. Fikdik, antes que você os gaste em hambúlgueles ou outlas coisas que a Magali culte.
  • As principais reclamações a respeito do PdM são de que os brinquedos andam meio caidaços (alguns dizem remendados), e que as coisas, no geral, são caras demais, como alimentação e serviços. Entre essas atrações, quase nenhuma para adultos de mente pura e meninas, a não ser os próprios shows da TdM.
  • Muitos dos frequentadores do parque não simpatizam muito com o restante do shopping, que seria, digamos, meio, “Shopping Iguatemi” (me lembro com dor da última vez que fui lá, em 1996, não estava dando mais, não…).
  • E por conta disso, alguns parques rivais saem ganhando, mesmo os pouco lembrados, como o Mundo da Xuxa (atualmente no Shopping SP Market, antes era onde o Judas perdeu as meias)

Estamos de olho nessa história phora dos quadrinhos. E ao menos no que se refere à parques temáticos, força, Maurício!… Aquilo que sobra na Mônica.
Meu povo e minha pova, agora o lado B, o lado Kajuru da história… E vocês, que já foram lá? O que acharam, é bom, é marromeno, é horríver… Digam nos comentários.

07
fev
09

Por essa eu não espelava

Aqui neste blog você já conheceu a história da Cebolinha TV, a inphâmia criada por mim, baseada y bagana nos personagens imortais – ou highlanders, melhor dizendo – do Super Saia Jeans Maurício de Sosa, irmão da Mercedes.

Mas daí a mangás começarem a pegar carona nisso já é um pouco demais… E não estou falando da Turma da Mônica Jovem (Pan 2), tão pouco da Turma da Rosalyn bêibe. Eu falei que o post seguinte ia ser melhor, hein?… Háááá

08
maio
08

Boku wa mangaka desu

Monica.com.br: Maurício de Sousa é recebido pela família imperial do Japão !!!

É mole, Brasil?! Maurício passou na frente de milhares de mangakás e se encontrou com vuestra mayestad, o imperador Akihito! E Maurício disse a frase que intitula este post, que significa nomás que “eu sou desenhista de histórias em quadrinhos”, no idioma não-latino mais apreciado na Terra Brasilis.
O imperador recebeu de Maurício um quadro com a arte que eu, aqui no Brasil, já cansei de ver e tô doido é pra ver outros ângulos, os personagens Tikara e Keika. Essa arte também será usada em carimbos postais durante uma semana.
Alice Takeda também estava presente, e Akihito perguntou sobre a origem da família dela. Alice é mãe de alguns dos filhos de Maurício.

Em junho (daqui a pouquinho), o príncipe Naruhito deverá estar no Brasil, e provavelmente deverá haver alguma festança apropriada, assim como aconteceu com Akihito, quando ainda era príncipe e veio ao Brasil em 1988 comemorar os então 80 anos da imigração, que começou em 18 de junho de 1908, quando o navio Kasato Maru chegou ao porto de Santos, vindo da cidade de Kobe, depois de 50 dias de viagem. É, navegação em abas paralelas também é cultura!… Aquela época foi marcante pra mim, porquê na época eu tinha muito contato com japoneses, e o primeiro colégio onde eu estudei era no bairro da Liberdade.

07
abr
08

Por essa, ninguém esperava MESMO

Marinalva P. dos Santos e seus filhos Marcelo e Vitor Hugo são libertos de cativeiro em São José dos Campos, interior de São Paulo – veja também na versão do Estadão.
Tudo parece mais uma manchete qualquer do Brasil Urgente, a não ser pelo fato de o pai de Marcelo ser uma das pessoas mais conhecidas – dentro do Brasil, só menos do que Pelé e Sílvio Santos: Maurício de Sousa. Afinal, quem nunca ouviu falar da Turma da Mônica neste país que atire a primeira pedra – e não valem as centenas de cartunistas que, por culpa desta, tiveram suas revistas lançadas nas bancas que não chegaram ao número dois! Mas segue, ténica, segue. Marinalva é ex-esposa de Mr. Sousa, e Vitor Hugo é filho de seu relacionamento atual. Os sequestradores sabiam disso e queriam raptar apenas Marcelo, mas Marinalva, com aquela coragem que sai do profundo dos instintos do ser humano, quando estamos no limite, exigiu permanecer junto a ambos. Casseta & Planeta tinha razão: “mãe é mãe.”

Haviam planos para a criação do personagem Marcelinho, o Certinho, segundo entrevista de Maurício à revista Caras. E olha que a Turma já está bem extensa: dos antigos, só falta voltarem Bernardão, Hamyr e Nico Demo (este só contracenou uma única vez com a Turma principal, sem falar, em uma propaganda), e entre os novos, já estão Tikara e Keiko, criados em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa.
Bem, passa, porquê o criador de todos eles ainda é o mesmo dos primeiros, mas e daqui a uns 25, 30 anos?… É uma espécie de Trapalhões com Didi, Dedé, Mussum, Zacarias, Ivon Cury, Vanusa, Tatá, Ted Boy Marino, Wanderley Cardoso, Jorge Lafond, Roberto Guilherme, Jacaré, Bam Bam, Marcelo Augusto e… devo ter esquecido uns sete ou oito. Todos ao mesmo tempo!

Bem, estimamos a recuperação psicológica de dona Marinalva, Marcelo e Vitor Hugo. Afinal, sequestro é crime hediondo – ainda mais sem você saber que Vitor tem apenas 2 anos!
O site oficial permanece em silêncio e continua firme em seu propósito de entreter a galera. Vamos, não desista, lute, Maurício!… づつぐ

12
nov
07

Os anos 80 foram ótimos, mas… e daqui a 10 anos?

De olho nas phuturas gerações (desta vez, não de caracteres), que talvez ainda farão a festa “Trash 90’s” entre outras coisas, este blog faz uma lista da década de prata, na qual nasceram muitos dos pirráleos que hoje lhe empesteiam! Você, que tem amnésia, por acaso se lembra déeeee….

  • Tec Toy (tá legal, começou em 1989, mas tá valendo) e seus produtos de sua fase de ouro, como Pistola Zillion, Pense Bem, Mini Bit, Teddy Ruxpin (com a voz do Selton ou Danton Mello, sei lá, um dos dois!), etc.
  • Clones do NES (Phantom System, Top Game, Dynavision e um clone do Famicom japonês que guardava o joystick encaixando no console, até hoje não sei o nome) – É, nos EUA eles fazem parte dos anos 80, mas graças ao governo brasileiro, acabariam marcando a década seguinte! Me lembro do impacto que foi ver o Super Mario Bros. pela primeira vez, algumas coisas os MSX, que eu usava na época, não fariam jamais, como fazer o Mario ter incríveis 64 pixels de altura depois do cogumelo. Os Dynavision (quase um Playstation 2! E mais resistentes!), por incrível que pareça, ainda estão aí!!! Será que os fãs de NES sabem que, vindo ao Brasil, podem ter um NES zero quilômetro?…
  • Depois de se divertirem com Apple ][, MSX entre outros, as pessoas redescobrem os PCs com os games Lemmings, Prince of Persia, Indy 500 e F-1 GP. Ah, e com um tal de Oíndols 3.1! (Lemmings foi desenvolvido pela DMA Design, que hoje é a Rockstar, que fez um ou dois joguinhos que as pessoas jogam por aí, como GTA San Andreas…) Aliás, com um detalhe: o Windows era um “programa” dentro do DOS, que você tinha que entrar nele!!
  • Teclados musicais! É, muito mais gente os teve nos anos 90, graças à Casio… Mancada minha, quisera eu ter enchido o meu pai, lá no começo dos 80’s: “Pai, me compra um Prophet-5?… Pai, me compra um Jupiter 8?… Pai, me compra um CP-80?…” Mas os tempos mudaram e os produtos da Casio já estão caros pra k7, por isso hoje existe uma tal de Fenix, que nem site tem, que faz os únicos teclados com preço de três dígitos da atualidade…
  • Fitas cassete. Mas de cromo e Metal, claro… Ah, muitas delas falsificadas e vendidas em camelôs. E algumas delas ainda compradas das gravadoras.
  • Disque isso, disque aquilo, disque 900! Sucessor interesseiro, mercenário e usura do Disque 200, da década anterior. Na época, não se sabia o que dava mais dinheiro: abrir um colégio particular, ser fabricante de correias dentadas ou abrir um serviço de Disque 900…
  • A partir de 1994, refrigerantes à granel, graças à fabricantes como Convenção, Simba e Dolly! Uhú!   (Se você torceu o nariz, olha só: em 1994 estive em um evento no Salão Nobre da Assembléia Legislativa de São Paulo, onde até estavam pessoas públicas, como os jornalistas Hélio Ansaldo, Murilo Antunes Alves (lembra do Jornal da Tosse, da Record? E teria aula na faculdade, 4 anos depois, com Aurélio Medeiros), Juarez Soares e Helena de Grammont e outros famosos, como Consuelo Leandro e Georgia Gomide, fora uma senhora cujo nome me escapa, que foi a caçadora de talentos que descobriu Angélica e Gugu.  Enfim, foi a única vez na minha vida que vi pessoas assim no mesmo ambiente que eu!  Bem, nesse evento, garçons serviam um refrigerante muito bom. Aí, circulando, descubro que eles enchiam os copos com PETs de 2 litros de guaraná e limão Convenção. E pensa que a galera achava ruim?…)
  • É, uhú mesmo! Enquanto estiveram juntos, os Sobrinhos do Ataíde me fizeram rolar de rir, no rádio e… dammit, não vi eles na Band!
  • Carrossel, Rosa Selvagem, Topázio, Simplesmente Maria… É, o SBT já não era mais aquele, mas por outro lado, não seria mais este! Pelo menos eles não reprisavam game shows de 10 anos atrás pra tapar buraco… [O SBT, na época, estava reprisando o programa Xaveco, de 1995]
  • Ligue já para zero onze, 1406! (sem o número da operadora, bons tempos…)
  • Bonés (para você que nasceu em 1999, bombetas) de times da NBA, principalmente quando Michael Jordan e Magic Johnson ainda jogavam, claro. E os Hornets ainda eram em Charlotte – esse eu tenho.
  • Bermudões com estampas xadrez (isso é MUITO anos 90…) E em 1997, roupas e sapatos em duas cores: cor-de-laranja e verde limão escuro, no vestuário feminino. Sei lá o que fizeram com elas depois… Ah, foi nos anos 90 que as mulheres phinalmente começaram a usar… terno e gravata. Eu me lembro do choque que foi ver na televisão, em 1988, a primeira a fazer isso, a atriz Nívea Maria, no comercial da revista Criativa…
  • Internet discada e seus provedores, como AOL, STI BBS, ZAZ, SOL, etc. Ah, todos muito bem pagos até surgirem iG, POP, BOL e BRFree…
  • Longas animados da Disney (a empresa vinha de mais de 20 anos sem nenhum sucesso na área, e hoje, se bobear, vai ficar mais 20 anos na fila, meu fi’…)
  • Camisetas dos Looney Tunes (da Side Play) e uns anos mais tarde, do Big Johnson. Penso que essas camisetas (devem ter existido nos EUA, com certeza) incomodaram a Disney, porquê elas modernizavam geral os personagens da Warner como a Disney até então relutava em fazer. O Pato Donald de camisa florida que se vê hoje em dia na TV era impensável nos anos 80.
    E acabo de ter uma notícia não muito agradável, segundo o Google, a Side Play não tem mais site oficial… é isso que dá ficar 2 anos sem ir em shopping por causa do trabalho! Uma pena… os meus personagens devem muito à essas camisetas. Ainda explicarei melhor.
  • O Mundo de Adrian – Ahá! Esta ninguém se lembra. Foi em 1996, a Adria lançou uma linha de macarrão que vinha com uma linha de personagens junto. Adrian era uma espécie de Galtar depois de fazer curso com o He-Man. Pra vocês terem uma idéia, até site com domínio o personagem tinha (adrian.com.br), em uma época onde menos de 1% da população tinha Internet! Bom, como não vi mais nenhum comercial e nunca cheguei a visitar o site, acho que isso foi um certo phracasso…
    Chico Jacaré – Ahá (2)! O negócio é o seguinte, esse era um personagem que tentou ser uma espécie de Barney brasileiro antes do original chegar ao Brasil. Posso falar? Seria muito melhor que o original… mas não foi pra frente. Ah, a série era em videotape. Valeu ao menos pela ousadia, geralmente o pessoal insistiria em fazer em película.
  • Aqui, agora! “É tipo o Notícias Populares na TV”, como disse um colega de escola em 1991, quando viu o programa pela primeira vez. E mais pro final da década, Cidade Alerta. Enfim, a violência campeava pela nação, e só a Turma da Mônica é que conseguia brincar na rua – e posteriormente, com a companhia de Do Contra, Nimbus e Marina Lima, digo…
  • Ah, o NP… ele atravessaria a década, e chamou a atenção por ter passado por uma reforma visual, que deixou o jornal… mais feio! O jornal foi substituído em 2000 pelo Agora São Paulo, que tem manchetes um pouco menos sensacionalistas, mas tem.
  • Philmadoras VHS (antes do Plano Collor, claro), VHS-C, 8mm… Uma muito conceituada no meio semi-profissional era a NV-M9000, da Panasonic, um pequeno parque de diversões, com os incríveis botões Audio Dub e Insert! Putz, o que eu não faria com uma dessas… Mas os computadores assumiriam essa parte.
  • Ah, editar vídeos em computador? Só no final da década, e 9 minutos de cada vez!! Sério, era assim que a galera fazia, com minúsculos drives de 5, 10 Gb (em 2000, o nosso tinha dois gigas!)
  • Artistas que phaziam sucesso? Pois é, Brasil (e aqui vai uma resenha escrita por alguém que não manja nada do assunto, ok, portanto, don’t reclaim.) A música se dividia entre a dance music and the rest of the world. No primeiro time, Ace of the Base, Joy Salinas, Co’Ro (que o pessoal tirava sarro e cantava “Ìpsilon!… Ípsilon!…”), Corona (essa era brasileira, cês acreditam?), Netzwerk, Haddaway… E no segundo time, Razão Brasileira, Raça Negra, Negritude Jr., Só Preto Sem Preconceito, João Paulo & Daniel, Zezé di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo… Incrívelmente entre eles estavam dois pirrails que virariam a década, Sandy & Júnior. Mas o segundo time tomaria um baque com o renascimento das bandas de humor, como Destemidos Limonadas, Pânico – eles mesmos! – e, claro, Mamonas Assassinas. Putz, mas eles morreram!!! Nããão!!!… (Aliás, ninguém nunca notou isso – nem eles – mas “Pense em Mim” era uma balada romântica, como as de George Benson ou George Michael, por isso que fez sucesso, cháspita!!)
  • Mas alguns deles sentiram o baque quando, no final da década, o mundo notou que não precisava comprar 26 CDs para descobrir que não teriam de jeito nenhum músicas que tocavam nas rádios como Like a Prayer, It’s a Wonderful Life, Grand’ Hotel e Pra Começar… Temos culpa?!
    [EDIT: O lance da dance music merece uma explicação mais detalhada: isso foi uma briga do dono da Jovem Pan, Tutinha Amaral, com o pessoal das gravadoras. Era comum, no começo de 1992, certas músicas não tocarem na Jovem Pan, por eles terem se recusado a pagar o jabá exigido, e a rádio acabava satirizando essas músicas! Parabólica, dos Engenheiros do Hawaii, era uma delas, virou Paranóica, que terminava com o cantor arrancando o fone de ouvido, dizendo: “Mas que música chata!”…  Era bem interessante alguém pôr isso na Internet, eu só tenho uns 20 segundos desta última e olhe lá. Essas músicas, que vinham desde 1991, viraram um LP que só era vendido na “Loja Jovem Pan” do Shopping Center Norte (por que será, hein? Acho que esse LP é mais raro que aquele do Roberto Carlos cantando bossa nova…)
    Tutinha acabou monopolizando a programação com as músicas da gravadora Paradoxx, pertencente a um amigo dele, e a Paradoxx só distribuía dance music. Não sei se foi por causa disso que a dance começou a fazer sucesso. Eu até gosto de algumas músicas, mas das originais (como as de Doctor Alban, DJ Bobo e Ace of the Base, por exemplo), não das infinitas releituras dos anos 70 e 80 que os conjuntos da época passariam a fazer (fora a fórmula ‘refrão melódico’ + ‘rap’, de 80% das músicas).
    Isso foi até mais ou menos 1997, quando de uma hora pra outra, voltou a se ouvir axé na rádio, com o Netinho da Bahia – em 1992 eles tocavam Daniela Mercury!! – ao lado das Spice Girls, que de dance music tinha muito pouco.]
  • A Rua Franz Schubert, no bairro da Cidade Jardim, em São Paulo, foi “o” ponto de encontro da galera que curtia a dance music nos anos 90. Ou quase: por incrível que pareça, as danceterias estavam totalmente abandonadas já em 1998!
    Hoje tem prédios residenciais nessa rua. Pensamento de hoje: “Se a vida é um vento que sopra, uma danceteria, seja qual for o ritmo (disco, new wave, lambada, dance), é um vento soprado por alguém com asma.” *buééeím*
  • Um programa pra mim marcou a década de 90 por ter sido único em seu tempo foi o Ponto a Ponto (1996). A Globo estava irreconhecível nesse programa, que foi a primeira coisa a ser gravada nos então três estúdios do Projac. E tem certeza que a tal “Banda Ponto a Ponto” não era um playback, não?!… Mas tem certeza mesmo?! Eles falam português, pelo menos?…

Assim que eu me lembrar de alguma coisa tem mais, e este post vai para os “Posts Importantses”.

05
jan
07

Tchurma da Mônica na Panini

Começa hoje uma nova era para a Turma da Mônica, a HQ {BD} mais vendida do Brasil, para os marcianos que nos estiverem lendo.
A partir de agora, as atuais 10 revistas que levam a assinatura de Maurício de Sousa (corrigindo: Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Parque da Mônica, Ronaldinho Gaúcho, e Almanaques da Mônica, Cebolinha e Cascão) passarão a ser editadas pela Panini.

As revistas voltarão ao número 1, assim como aconteceu na mudança da Abril para a Editora Globo, em 1989. Maurício planejava, de phininho, entrar para a Rede Globo – aquela, de televisão, mas acabou em vez disso, ficando na geladeira da emissora (mas também era só o que faltava, a Grobo esnobar o maior cartunista comercial do país, um cara que é o responsável por milhares de títulos não passarem do número 2 e que faz a Disney ter de rebolar nas HQs aqui no Brasil!).
Moral da história, dá-lhe Maurição, e boa sorte na Panini, uma editora multinacional e que vai espalhar ainda mais a Turma ao redor del mondo, capisci? As publicações já estão no site da Panini.

Curiosamente, os personagens nas capas dos gibis começam a ter um ar “3D”, um sombreamento que nunca tiveram antes… Será que eles andaram visitando o Igor C. Barros Cartoons ultimamente?…




VOCÊ CONHECE A FITA VHS “AS GAFES DA GLOBO EM 84”?

Conhece? Tem? Sabe quem tem? Já viu? Clique aqui.

Igor C. Barros Cartoons, o Blog

Feliz 2013! Este é o nosso blog secundário, porquê atendemos atualmente no Tumblr. Só que a compra do Tumblr pelo Yahoo! fez muita gente espontaneamente criar blogs da Wordpress. Seja como for, este blog está semi-de volta, só que diferente, despolitizado, mais maduro, mais velho, mais gordo, com menos cabelos, MAS com os mesmos sonhos:
"Fazer séries de desenho animado em grandes pólos produtores (EUA, Canadá, Japão, Filipinas, México) para que elas, com a máxima qualidade, possam também estar no Brasil, misturando-se às séries que vem do exterior, sem submeter-se aos ditames que regeriam o roteiro de um produto 100% nacional."
"Produzir músicas e/ou podcasts com qualidade equivalente a dos grandes estúdios para download ou streaming na Internet."

A Salt Cover? Desde 2010 ela é composta de mais pessoas além de mim, e atende em www.saltcover.com.br! Está sendo um tanto maltratada pelos nossos trabalhos na vida real, que sustentam o leitinho das crianças, mas está aí, e não morre quem peleia!

Crianças, que dia é hoje? 5:60!

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ATENÇÃO À DATA DA POSTAGEM

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Eu sei que infelizmente você veio aqui justamente por causa disso, é o Gôógle que é sem noção mesmo. Aproveite que você está aqui, clique no banner lá em cima e veja os posts mais recentes!

Só pra constar, viu

Agora aqui na WP, na página Míusiqui, as músicas que embalaram uma geração, pra você e todo mundo cantar junto! Essas e muitas outras você só ouve na Rádio Salt Cover, mesmo porquê a rádio clandestina da sua quebrada tem um nome a zelar.
Em breve, confira também o nosso perfil no DeviantArt, onde você finalmente vai entender porquê este blog se chama Igor C. Barros Cartoons...