Archive for the 'produção musical' Category

26
set
09

Hôrhe Kachurú: e dá-lhe paella

Jorge Kajuru vai fazer o que eu gostaria de ter feito mais de uma vez na minha vida: sair do Brasil! Ele vai passar a morar na Espanha. (Ê, Espanha, terra da sempre querida BRB). No entanto, isso não significa o fim de quaisquer de suas atividades jornalísticas. Vai continuar existindo o programa dele no SBT e o site TV Kajuru, que serão feitos a partir da Espanha e até mesmo de forma volante, a partir de diversas capitais europeias (Dica procê, JK: toma cuidado com Paris) e até mesmo de casas de amigos dele que moram por lá. E como ele se manterá informado do esporte brasileiro? Através de seus amigos e de la Internet véia de guerra. Bem, buena suerte, Kajuru, que sejas pheliz.

Entra na minha casaaaaaaaaa

Ah, outra coisa. Outro dia eu estava no supermercadinho que eu vou durante o serviço, e aí o som começou a tocar a versão pagode daquela música que começa assim: “Como Zaqueu, quero subir…” E não é que eu pego umas 4 pessoas cantando junto?! Algo que não é comum naquele ambiente supermercadal. Como já dizia o Tunico: Suuuuuuucesso! Se bem que pra ser sucesso MESMO tem que ser gravada por Richard Clayderman e parodiada por Weird Al Yankovic, não necessariamente nesta ordem…

17
abr
09

Eu falei que esse negócio de ficar fazendo vinhetas ainda iria servir pra alguma coisa

Há algumas semanas, foi uma tarde de muito trabalho e conversas indo e voltando via E-Mail, mas o negócio é o seguinte.
No trailer do filme nacional A Mulher Invisível, featuring Selton Mello e Luana Piovani, da Globo Filmes e Conspiração Filmes, aparecem vinhetas de diversas produtoras.
Pués bien. A vinheta em que aparece YB Music foi feita em nossos quartos estúdios. A bem da verdade não acontece quase nada, mas o degradê combinado com relevo, mais um “blur” atrás em verde (que fiz de propósito, sei como saem essas cores saturadas em película, fica animal o negócio, e me baseei em uma animação em flash no site deles) agradaram ao pessoal da gravadora, na qual trabalha um dos meus superiores.
A vinheta era composta um número determinado de TGAs, em uma resolução altíssima (mais de 1 megapixel, pra você ter uma idéia, a maioria das vinhetas da Salt Cover são em 320×240) que foram montados no formato de película pelo pessoal da Conspiração.
Até então a gravadora não possuía esse tipo de material, que será usado também em DVDs deles. Bacana, né? Então, já sabe, se você vir um CD do Trio Mocotó, Nação Zumbi, Frank Jorge ou Curumin, como diz Ciro Bottini, copre, copre, copre!! Sipson, música para grandes discos!Eu falei que ainda iria ter um post que prestasse por aqui… Ah, e assista A Mulher Invisível, é daqui, é de casa, é cinema nacional! Belê??
(Rapaz, como o mundo dá voltas… e tem ainda mais uma outra produção com Luana Piovani que eu vou falar, e bem, por estas bandas, aguardem.)

[EDIT: A outra produção era o desenho animado Procura-me, mas passaram-se vários meses, estou trabalhando pra caramba e vou precisar pesquisar um pouquinho mais se eu quiser falar sobre essa produção. Luana Piovani dubla uma das personagens.]

21
mar
08

E lá se vai mais um que passou pelas nossas vidas…

Phalece aos 71 anos o maestro Miguel Cidras, arranjador de Raul Seixas e também autor de uma cancción que embalou toda uma geração (além do pessoal da Trash 80’s e dos Formigos), na voz de Sidney Magal:
Quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar
Quero ver o seu corpo dançar sem parar
Quero vê-la sorrir, quero vê-la cantar
Quero ver o seu corpo dançar sem parar


Um fenômeno estranho acomete esta música. A versão que todo mundo já achou por aí desde a era Napster é recente, gravada em um estúdio MIDI, não é a versão que eu ouvia na época (ouvia nos serviços de som e assemelhados, discos mesmo, impossível, meus pais os quebrariam…). Por onde andaria esta versão?… Se o José Marques Neto tiver alguma coisa gravada dos anos 70, com certeza vamos notar a sutil diferença naquela pegada dos anos 80 que os gravadores digitais e o Reason não conseguem imitar.

Uma meia-novidade, meia-calabresa para vocês. Temos um novo blog na área de serviço, o http://tvsaltcover.wordpress.com. O diferencial é que ele é um blog exclusivamente de humor (como eu nunca fiz até hoje, por incrível que pareça), eventuais revéses e tribulações serão comentados em outros blogs. E se não tem vídeo vai textos, imagens, sei lá, qualquer coisa enquanto eu não consigo o meu computador de volta…

12
nov
07

Os anos 80 foram ótimos, mas… e daqui a 10 anos?

De olho nas phuturas gerações (desta vez, não de caracteres), que talvez ainda farão a festa “Trash 90’s” entre outras coisas, este blog faz uma lista da década de prata, na qual nasceram muitos dos pirráleos que hoje lhe empesteiam! Você, que tem amnésia, por acaso se lembra déeeee….

  • Tec Toy (tá legal, começou em 1989, mas tá valendo) e seus produtos de sua fase de ouro, como Pistola Zillion, Pense Bem, Mini Bit, Teddy Ruxpin (com a voz do Selton ou Danton Mello, sei lá, um dos dois!), etc.
  • Clones do NES (Phantom System, Top Game, Dynavision e um clone do Famicom japonês que guardava o joystick encaixando no console, até hoje não sei o nome) – É, nos EUA eles fazem parte dos anos 80, mas graças ao governo brasileiro, acabariam marcando a década seguinte! Me lembro do impacto que foi ver o Super Mario Bros. pela primeira vez, algumas coisas os MSX, que eu usava na época, não fariam jamais, como fazer o Mario ter incríveis 64 pixels de altura depois do cogumelo. Os Dynavision (quase um Playstation 2! E mais resistentes!), por incrível que pareça, ainda estão aí!!! Será que os fãs de NES sabem que, vindo ao Brasil, podem ter um NES zero quilômetro?…
  • Depois de se divertirem com Apple ][, MSX entre outros, as pessoas redescobrem os PCs com os games Lemmings, Prince of Persia, Indy 500 e F-1 GP. Ah, e com um tal de Oíndols 3.1! (Lemmings foi desenvolvido pela DMA Design, que hoje é a Rockstar, que fez um ou dois joguinhos que as pessoas jogam por aí, como GTA San Andreas…) Aliás, com um detalhe: o Windows era um “programa” dentro do DOS, que você tinha que entrar nele!!
  • Teclados musicais! É, muito mais gente os teve nos anos 90, graças à Casio… Mancada minha, quisera eu ter enchido o meu pai, lá no começo dos 80’s: “Pai, me compra um Prophet-5?… Pai, me compra um Jupiter 8?… Pai, me compra um CP-80?…” Mas os tempos mudaram e os produtos da Casio já estão caros pra k7, por isso hoje existe uma tal de Fenix, que nem site tem, que faz os únicos teclados com preço de três dígitos da atualidade…
  • Fitas cassete. Mas de cromo e Metal, claro… Ah, muitas delas falsificadas e vendidas em camelôs. E algumas delas ainda compradas das gravadoras.
  • Disque isso, disque aquilo, disque 900! Sucessor interesseiro, mercenário e usura do Disque 200, da década anterior. Na época, não se sabia o que dava mais dinheiro: abrir um colégio particular, ser fabricante de correias dentadas ou abrir um serviço de Disque 900…
  • A partir de 1994, refrigerantes à granel, graças à fabricantes como Convenção, Simba e Dolly! Uhú!   (Se você torceu o nariz, olha só: em 1994 estive em um evento no Salão Nobre da Assembléia Legislativa de São Paulo, onde até estavam pessoas públicas, como os jornalistas Hélio Ansaldo, Murilo Antunes Alves (lembra do Jornal da Tosse, da Record? E teria aula na faculdade, 4 anos depois, com Aurélio Medeiros), Juarez Soares e Helena de Grammont e outros famosos, como Consuelo Leandro e Georgia Gomide, fora uma senhora cujo nome me escapa, que foi a caçadora de talentos que descobriu Angélica e Gugu.  Enfim, foi a única vez na minha vida que vi pessoas assim no mesmo ambiente que eu!  Bem, nesse evento, garçons serviam um refrigerante muito bom. Aí, circulando, descubro que eles enchiam os copos com PETs de 2 litros de guaraná e limão Convenção. E pensa que a galera achava ruim?…)
  • É, uhú mesmo! Enquanto estiveram juntos, os Sobrinhos do Ataíde me fizeram rolar de rir, no rádio e… dammit, não vi eles na Band!
  • Carrossel, Rosa Selvagem, Topázio, Simplesmente Maria… É, o SBT já não era mais aquele, mas por outro lado, não seria mais este! Pelo menos eles não reprisavam game shows de 10 anos atrás pra tapar buraco… [O SBT, na época, estava reprisando o programa Xaveco, de 1995]
  • Ligue já para zero onze, 1406! (sem o número da operadora, bons tempos…)
  • Bonés (para você que nasceu em 1999, bombetas) de times da NBA, principalmente quando Michael Jordan e Magic Johnson ainda jogavam, claro. E os Hornets ainda eram em Charlotte – esse eu tenho.
  • Bermudões com estampas xadrez (isso é MUITO anos 90…) E em 1997, roupas e sapatos em duas cores: cor-de-laranja e verde limão escuro, no vestuário feminino. Sei lá o que fizeram com elas depois… Ah, foi nos anos 90 que as mulheres phinalmente começaram a usar… terno e gravata. Eu me lembro do choque que foi ver na televisão, em 1988, a primeira a fazer isso, a atriz Nívea Maria, no comercial da revista Criativa…
  • Internet discada e seus provedores, como AOL, STI BBS, ZAZ, SOL, etc. Ah, todos muito bem pagos até surgirem iG, POP, BOL e BRFree…
  • Longas animados da Disney (a empresa vinha de mais de 20 anos sem nenhum sucesso na área, e hoje, se bobear, vai ficar mais 20 anos na fila, meu fi’…)
  • Camisetas dos Looney Tunes (da Side Play) e uns anos mais tarde, do Big Johnson. Penso que essas camisetas (devem ter existido nos EUA, com certeza) incomodaram a Disney, porquê elas modernizavam geral os personagens da Warner como a Disney até então relutava em fazer. O Pato Donald de camisa florida que se vê hoje em dia na TV era impensável nos anos 80.
    E acabo de ter uma notícia não muito agradável, segundo o Google, a Side Play não tem mais site oficial… é isso que dá ficar 2 anos sem ir em shopping por causa do trabalho! Uma pena… os meus personagens devem muito à essas camisetas. Ainda explicarei melhor.
  • O Mundo de Adrian – Ahá! Esta ninguém se lembra. Foi em 1996, a Adria lançou uma linha de macarrão que vinha com uma linha de personagens junto. Adrian era uma espécie de Galtar depois de fazer curso com o He-Man. Pra vocês terem uma idéia, até site com domínio o personagem tinha (adrian.com.br), em uma época onde menos de 1% da população tinha Internet! Bom, como não vi mais nenhum comercial e nunca cheguei a visitar o site, acho que isso foi um certo phracasso…
    Chico Jacaré – Ahá (2)! O negócio é o seguinte, esse era um personagem que tentou ser uma espécie de Barney brasileiro antes do original chegar ao Brasil. Posso falar? Seria muito melhor que o original… mas não foi pra frente. Ah, a série era em videotape. Valeu ao menos pela ousadia, geralmente o pessoal insistiria em fazer em película.
  • Aqui, agora! “É tipo o Notícias Populares na TV”, como disse um colega de escola em 1991, quando viu o programa pela primeira vez. E mais pro final da década, Cidade Alerta. Enfim, a violência campeava pela nação, e só a Turma da Mônica é que conseguia brincar na rua – e posteriormente, com a companhia de Do Contra, Nimbus e Marina Lima, digo…
  • Ah, o NP… ele atravessaria a década, e chamou a atenção por ter passado por uma reforma visual, que deixou o jornal… mais feio! O jornal foi substituído em 2000 pelo Agora São Paulo, que tem manchetes um pouco menos sensacionalistas, mas tem.
  • Philmadoras VHS (antes do Plano Collor, claro), VHS-C, 8mm… Uma muito conceituada no meio semi-profissional era a NV-M9000, da Panasonic, um pequeno parque de diversões, com os incríveis botões Audio Dub e Insert! Putz, o que eu não faria com uma dessas… Mas os computadores assumiriam essa parte.
  • Ah, editar vídeos em computador? Só no final da década, e 9 minutos de cada vez!! Sério, era assim que a galera fazia, com minúsculos drives de 5, 10 Gb (em 2000, o nosso tinha dois gigas!)
  • Artistas que phaziam sucesso? Pois é, Brasil (e aqui vai uma resenha escrita por alguém que não manja nada do assunto, ok, portanto, don’t reclaim.) A música se dividia entre a dance music and the rest of the world. No primeiro time, Ace of the Base, Joy Salinas, Co’Ro (que o pessoal tirava sarro e cantava “Ìpsilon!… Ípsilon!…”), Corona (essa era brasileira, cês acreditam?), Netzwerk, Haddaway… E no segundo time, Razão Brasileira, Raça Negra, Negritude Jr., Só Preto Sem Preconceito, João Paulo & Daniel, Zezé di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo… Incrívelmente entre eles estavam dois pirrails que virariam a década, Sandy & Júnior. Mas o segundo time tomaria um baque com o renascimento das bandas de humor, como Destemidos Limonadas, Pânico – eles mesmos! – e, claro, Mamonas Assassinas. Putz, mas eles morreram!!! Nããão!!!… (Aliás, ninguém nunca notou isso – nem eles – mas “Pense em Mim” era uma balada romântica, como as de George Benson ou George Michael, por isso que fez sucesso, cháspita!!)
  • Mas alguns deles sentiram o baque quando, no final da década, o mundo notou que não precisava comprar 26 CDs para descobrir que não teriam de jeito nenhum músicas que tocavam nas rádios como Like a Prayer, It’s a Wonderful Life, Grand’ Hotel e Pra Começar… Temos culpa?!
    [EDIT: O lance da dance music merece uma explicação mais detalhada: isso foi uma briga do dono da Jovem Pan, Tutinha Amaral, com o pessoal das gravadoras. Era comum, no começo de 1992, certas músicas não tocarem na Jovem Pan, por eles terem se recusado a pagar o jabá exigido, e a rádio acabava satirizando essas músicas! Parabólica, dos Engenheiros do Hawaii, era uma delas, virou Paranóica, que terminava com o cantor arrancando o fone de ouvido, dizendo: “Mas que música chata!”…  Era bem interessante alguém pôr isso na Internet, eu só tenho uns 20 segundos desta última e olhe lá. Essas músicas, que vinham desde 1991, viraram um LP que só era vendido na “Loja Jovem Pan” do Shopping Center Norte (por que será, hein? Acho que esse LP é mais raro que aquele do Roberto Carlos cantando bossa nova…)
    Tutinha acabou monopolizando a programação com as músicas da gravadora Paradoxx, pertencente a um amigo dele, e a Paradoxx só distribuía dance music. Não sei se foi por causa disso que a dance começou a fazer sucesso. Eu até gosto de algumas músicas, mas das originais (como as de Doctor Alban, DJ Bobo e Ace of the Base, por exemplo), não das infinitas releituras dos anos 70 e 80 que os conjuntos da época passariam a fazer (fora a fórmula ‘refrão melódico’ + ‘rap’, de 80% das músicas).
    Isso foi até mais ou menos 1997, quando de uma hora pra outra, voltou a se ouvir axé na rádio, com o Netinho da Bahia – em 1992 eles tocavam Daniela Mercury!! – ao lado das Spice Girls, que de dance music tinha muito pouco.]
  • A Rua Franz Schubert, no bairro da Cidade Jardim, em São Paulo, foi “o” ponto de encontro da galera que curtia a dance music nos anos 90. Ou quase: por incrível que pareça, as danceterias estavam totalmente abandonadas já em 1998!
    Hoje tem prédios residenciais nessa rua. Pensamento de hoje: “Se a vida é um vento que sopra, uma danceteria, seja qual for o ritmo (disco, new wave, lambada, dance), é um vento soprado por alguém com asma.” *buééeím*
  • Um programa pra mim marcou a década de 90 por ter sido único em seu tempo foi o Ponto a Ponto (1996). A Globo estava irreconhecível nesse programa, que foi a primeira coisa a ser gravada nos então três estúdios do Projac. E tem certeza que a tal “Banda Ponto a Ponto” não era um playback, não?!… Mas tem certeza mesmo?! Eles falam português, pelo menos?…

Assim que eu me lembrar de alguma coisa tem mais, e este post vai para os “Posts Importantses”.

19
fev
07

10 anos de uma das maiores insanidades da minha vida

Em uma segunda-feira de carnaval, em 1997, peguei meu atualmente agonizante Roland XP-80, peguei um CD originalíssimo, da Natasha Records (naquela época a Internet ainda era criada à leite com pêra e ovomaltino) e fiz, no XP-80, um playback da música Under the Sea (Ali no Mar), de A Pequena Sereia. Uma das músicas mais conhecidas da nova fase da Disney (de 1989 em diante) e certamente uma das melhores de todos os tempos. [Até hoje quero saber o que os compositores tomaram.]

Tirei de ouvido tudo: bateria, baixo, linha melódica, etc… O pior é que o XP-80 tem todos os timbres, idênticos, aos usados na música!!! Sendo que às vezes ele é meio limitado nisso.  Acabei fazendo esse cover, sei lá por quê, das 2 até as 7 da manhã. Fiz no maior pique, sendo que, normalmente, atividades com essa duração acabam me estafando.

Em breve, assim que a gente consertar o computador principal, mostro pra vocês. [A promessa continua de pé, na Rádio Salt Cover] Acabei usando esse playback pra fazer uma paródia da própria música, claro. Na época, me dedicava a gravar phitas cassete de teor humorístico [olha a Rádio Salt Cover aí, gente!], como os dubladores Guilherme Briggs e Gustavo Berriel em suas respectivas inphâncias – só que eu resolvi ir um pouco mais longe (o XP-80 é uma workstation usada por muitos profissionais!), e só não fui mais longe ainda porquê a gravação nunca chegou a ser digital. Quer dizer, fui mais longe, mas no geral, fui muito “menos” longe do que eles…

O XP-80 perdeu o movimento em duas teclas musicais, vários dos botões do painel, não faz mais som nenhum e ultimamente era apenas um mero dispositivo de entrada para o software Reason (aliás, se tem alguém que pode fazer um cover dessa música ainda melhor, é este último).
Tudo bem que tem gente que manda consertar pianos elétricos dos anos 70 e órgãos mais antigos ainda, mas estou um tanto sem esperança para esse grande sintetizador dos anos 90… e pretendo substituí-lo por outra coisa, em breve. Quer dizer, pega o “em breve” de quando a gente consertar o computador e multiplica por nove…
(P.S.: Parece que o Disney Channel andou lendo este post e anda exibindo A Pequena Sereia. Móóínto bem. Agora só falta quebrar o resto do tabu e exibir o outro longa que nunca passou na TV, A Bela and A Phera!!…)

12
jun
06

Música: Ainda estou tentando me recuperar…

Acabo de ouvir três músicas da banda inglesa Bucks Fizz. Não sabia que Queen e Bonnie Tyler se “casaram” e tiveram um “filho”… Pois é, essa banda, surgida em 1981 e que eu tive o desprazer de descobrir hoje, tem muito dos dois, mas eu não sei por quê eu senti um desconforto do caramba… Já teve o sentimento de “gostar” e “odiar” alguma coisa ao mesmo tempo?… Um som mais ou menos como o deles é o que eu tento fazer nas músicas do Fim da Picada. [projeto musical deste blog na época]
Bem, segundo o site ophisial da banda, que acreditem, subsiste até hoje com apenas Bobby G., um de seus integrantes originais, essa banda guarda mais uma semelhança: com o Abba: é composta de quatro integrantes. Que cantam em harmonia o tempo inteiro. O grande foot in the bag, na verdade, está aí… Não é a toa que eu nunca ouvi falar dessa banda, de repente o pessoal das rádios, na época, não gostava do estilo “Jim Steinman cover” deles.
É, tem mais essa: Jim Steinman, que produziu Bonnie Tyler, por incrível que pareça, mesmo sendo inglês, parece que não teve nada a ver com o Bucks Fizz, como eu pensei quando ouvi as melódias desse quarteto de cantores-atores-modelos-sei-lá…
[Se você ficou curioso, e quiser tentar, experimente When We Were Young, uma música que começa com uma cantora chorando, e depois parte até para algo semi-operístico. E se você ficar P da vida e desesperançoso com a humanidade, lembre-se que eu lhe avisei… Mas parece que não é só eu. Tenho em CD (sorriu, né, safado?), umas 3 coletâneas dos anos 80, e o Bucks Fizz não é lembrado em nenhuma delas!
E houve um projeto parecido com o BF aqui no Brasil, muito antes (nos anos 70), mas de muito melhor gosto, as Harmony Cats, um grupo formado por cantoras profissionais, algumas delas fazem backing vocal até hoje, entre elas a esposa de Gilliard. Fui atrás de algumas músicas delas e não me arrependi, ao contrário dos Bucks. Este grupo, por sua vez, me inspirou a criar, em 2007, o grupo EKKA.]

Aos que acreditam na fé, rezem: o nosso Roland XP-80, responsável pela produção musical do Fim da Picada, pode estar partindo para a terra dos pedais juntos… E eu não tenho nada para substituí-lo. Ou seja, eu que já critiquei tanto o Humortadela por usar MIDI de computador para fazer playback, em breve (Deus me livre and guarde) poderei vir a fazer o mesmo…
[O XP-80 foi rebaixado à controlador do Reason, estando atualmente na glória. O Fim da Picada foi substituído pela Rádio Salt Cover.]

12
nov
04

Pequenas meditações ao assento sanitário

– Engraçado, o Jacksons Five começou com o mais velho, Jermaine Jackson, no vocal, e depois a função passou pro caçula dos garotos da família, Michael, que foi o sucesso que foi, ao menos até “HISTory”. Agora, porque que eu gosto muito mais de “How do you do”, que Jermaine gravou nos anos 80, do que quase todas as do Jacko?…
– Porquê no Kazaa ninguém tem “Baby, I Need your Lovin'” com a Carly Simon, que eu juro que eu ouvia essa direto por aí quando eu era criança?! [EDIT: Não é com a Carly Simon!] E “Grand Hotel” do Kid Abelha, na versão estúdio?! [EDIT: Essa continua invicta até hoje…] E “It’s a Wonderful Life” em ré menor, cantada por um grupo que eu não sei se é o Dire Straits ou o Alphaville? [EDIT: Já foi encontrada, é a versão do LP, o cantor Black regravou essa música de forma diferente o que desagradou alguns fãs que a ouvem direto em rádios como a Antena 1]
– Porquê os melhores programas do Djalma Jorge (vulgo Antônio Augusto Amaral Machado de Carvalho Filho, dono da Jovem Pan 2 e mentor do projeto que levou o Pânico para a televisão) foram aqueles que eu não consegui gravar?…
(como o primeiro programa da nova fase do Djalma, de 1993)
– Porquê eu gosto tanto de algumas músicas gravadas entre 1980 e 1982 que o som é meio abafado?… (como “Bicicleta”, de Marcos Valle, “Põe Devagar” do Rádio Taxi, “Guerra dos Sexos” dos Fevers, etc…) Todas são daquele tipo de música que faz qualquer festa pegar fogo.
– Porquê os cassetes da marca Singer (conhecida por seus diversos produtos) são tão horríveis e as da marca Sankey (totalmente desconhecida) são tão bons?…
– Porquê me parece que tem um mar de gente querendo ser dublador (tem que ser ator profissional, aí dá-lhe emoções céliahelenianas, aulas de capoeira, expressão corporal, Nelson Rodrigues, etc etc etc), mas me parece que cada vez tem menos dubladores em São Paulo?…
[EDIT: Só impressão, rapeize… Há muitos novos talentos surgindo, e com sobrenomes diferentes dos donos dos estúdios onde trabalham. A minha treta com o Célia Helena é mais particular, em breve vou explicar melhor…]
– Porquê quase todas as mulheres pintam os cabelos de ruivo e fazem ao contrário da minha personagem Rosalyn, que é uma ruiva e pinta os cabelos de loiro?
– Porquê as vezes sendo meio reacionário e revoltado, ainda assim não concordo com alguns filmes nacionais (daqueles cheio de palavrão, com Milton Gonçalves e/ou Paulo César Pereio no elenco) ?!…
Um dia eu hei de saber.




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Igor C. Barros Cartoons, o Blog

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