Posts Tagged ‘anos 80

19
out
09

Porto, venha correndo, Porto… (também, ladeira abaixo, todos correm!)

Acabo de descobrir – e não estou recebendo nenhum jabá para isso – um lugar sui generis, lá no centrão de São Paulo, na fronteira entre a boysland e a samba-technician land. É o Shopping Porto Geral, na Ladeira Porto Geral, a alguns metros da 25 de Março, não fossem uns 40 graus de inclinação na rua.
Não tem nada lá dentro que me interesse. É tudo lojas de moda e bijuterias e umas duas de fantasias, como as que existem na Ladeira. Mas o que me chamou a atenção é o visual do lugar. Parece que eu voltei no tempo e estou naquelas lojas de departamentos do tempo dos cruzeiros, como Mappin, Lojas Glória, Lojas Abaeté (não é a loja de cosméticos que tem hoje em dia, era uma loja de departamentos), Jumbo Eletro e outras que ou faliram, ou foram compradas pelas Casas Bahia ou Grupo Pão de Açúcar. Nem as lâmpadas CCFL e os televisores de plasma conseguem tirar esse ar de “ah, bons tempos aqueles e eu lá sujando phralda” do lugar. As escadas rolantes também ajudam, são bem daquela época (que nem as da Galeria do Rock, se eu não me engano). Só não é mais anos 80 porquê não tem como manter aquelas lâmpadas fluorescentes finíssimas que tinham nos bares e padarias, da CBL Companhia Brasileira de Lâmpadas, que com certeza deve ter falido, ninguém mais usa aquele padrão, que tinha um plug diferente do convencional. (PS: Esta é a SEGUNDA citação da CBL no Google, a primeira está em um PDF, pra vocês verem há quanto tempo eles faliram…)
É por essas e outras que eu digo, há tesouros como esses escondidos no centro de São Paulo… (outro desses lugares eu conheci em 1990, o Cine Copan, antes de virar filial da Renascer era uma sala de ensaios da Osesp. E, como cinema, deveria ter sido um cinema sensacional, queria ter assistido filmes lá.)

Plantão SodTV!: Ratinho acaba de dizer que vai voltar com os exames de DNA no programa! Ele não tinha sido proibido de fazer esses testes? Ou estou enganado? E Una pregunta: A Mix TV agora se chama Mega TV. Eles andaram perdendo processos ou algo assim?….
E logo mais neste blog, veja as placas otimistas do metrô de São Paulo.

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17
jul
09

Mas já me descobriram aqui outra vez, será impossíver? Larga d’eu, õme!

Gif animado - Clique para ver a animaçãoA seção deste blog que fala sobre o Scanimate está bombando, desde que o Fórum UOL Jogos falou sobre o assunto.
Naq seção (link aí em cima) eu disse que eu havia conseguido imitar o efeito visual mais usado dos anos 80, que eu chamo de “brilho giratório” (queria era saber o nome oficial disso!) Faltava a prova.
Clique na imagem e veja o gif animado que você vai entender.

O tutorial disso está ficando duca! Em breve, procêis aí. É realmente uma pena que eu não tenha aprendido a fazer isso quando eu estava à toda nos sites de vídeo, e é meio estranho que outras pessoas que usam AE não estejam fazendo essas coisas, já que esse efeito é possível sem plug-ins. Ou seja, em breve teremos vídeos de casamento com aberturas muito mais tchananã por aí.

13
dez
08

[2008] It’s christmas, c’est nöel: a história da menina que comprou o ursão

Esse é o nome, possivlemente, do último sucesso do Jordy, em 1993, que me inspira este post. Antes que alguém me pergunte, não tenho a música, já procurei por aí, mas não encontrei (taí uma sugestão para o site KBoing).
Sabe, neste phinal de ano, eu só queria poder realizar os meus sonhos, mas realizar MESMO.
Como fez uma adolescente que eu conheci, de relance, nos anos 80. Esta é, possivelmente, uma das histórias mais fantásticas que já  presenciei, estando totalmente por acaso, junto de minha mãe (claro, eu tinha uns 8 anos, dãhhh). E como estamos na Internet, de repente, é até capaz de essa pessoa ser encontrada por aí…

A vitrine da loja da Sears, no começo da Avenida Paulista (hoje é o Shopping Pátio Paulista) estava toda decorada para o Natal, como de costume. Era então 1984 ou 1985, não me lembro exatamente. Só sei que era hora de voltar pra casa, quando vejo uma adolescente conversando na calçada com um homem ou dois, não sei dizer se era o pai, namorado, sei lá. Só sei que ela disse algo que me surpreendeu: que ela iria comprar o urso de pelúcia que estava na vitrine. Algo normal… não fosse pelo fato de que o urso em questão, que usava um gorro de Papai Noel sob medida, tinha praticamente 1m80 de altura, maior até mesmo do que os maiores bichos de pelúcia que se pode encontrar em lojas  atuais, que vendem brinquedos  importados. Ele não passaria pela porta do meu quarto de agora! E era nas proporções clássicas, com braços e pernas curtos, mas gigantesco até mesmo para aquela garota, que dava dois de mim. Fazia parte da decoração da loja, não era um produto.
Isso me chamou a atenção, até porquê eu não precisei me esforçar e dar uma de enxerido para saber das intenções daquela adolescente, eu ouvi meio que de longe.
Só sei que na semana seguinte, o tal urso não estava mais lá. Foi meio que mal substituído por uma manequim.

Enfim, um lance digno de “A Turma da Pesada” ou “As Patricinhas de Beverly Hills” – em uma época onde 95% do Brasil não tinha onde cair morto.
Em toda a minha vida, nunca cheguei perto disso. Fui ter a famosa caravela do Playmobil em 1989, quando isso já tinha caído de moda…
E eu tenho sonhos um pouquinho mais modestos, como, sei lá, comprar um teclado novo (da Medeli, para substituir um Roland em fim de carreira), ter alguma chance na televisão (CNT, Rede Boas Novas, NGT, AllTV, TV Turfe, etc.) ou convencer uns 2 ou 3 desenhistas estrangeiros a desenharem os meus personagens só uma vezinha, pra eu ter uma noção de como eles ficariam no traço de profissionais. Bem, já que não dá pra realizar os meus sonhos, vou tentar pelo menos realizar os churros mesmo… Hoje, se Diôs quissêr, eu vou estar no restaurante Chilango, no evento de fãs de Chaves e Chapolin.

12
fev
08

Vamos trabalhar – Oh vida, oh azar

“Vamos trabalhar, vamos pegar no batente
Vamos trabalhar, só assim vamos pra frente
Temos muitas danças para aprender
Temos muitas fãs para atender
Nós ficamos assim a estudar
enquanto ainda nos resta o ar”

[“Vamos Trabalhar” (2003), música e letra por Igor C. Barros, homenageando o grupo Br’Oz.]

Graças a um uídget daqui do WordPress, descobri que tive duas visitas que não as minhas neste blog, ou seja, alguém “já me descobriu aqui outra vez, será impossíver, larga d’eu, home, larga d’eu”, como dizia o saudoso pai da Glória Pires. O que me motiva a começar ainda que timidamente este projeto de esboço de blog (embora os WordPressianos diriam isso dos meus blogs ‘principais’, hospedados em um outro lugar…)

E começo dizendo que estou cansado das férias que não tive nesse começo de ano. Não tive. Só consegui sair de casa para me divertir uma vez. Eu disse uma vez. Teve gente que fez isso todo santo dia – e toda não-tão-santa noite…
Queria começar o ano já enfiando o pé na jaca, fazendo trocentos vídeos daqueles que eu coloco nos sites YouTube, Dailymotion e Videolog. Mas só consegui fazer um, e parcialmente, o vídeo “Nada a Ver III”. Uma sátira de abertura de novela ficou de fora porquê eu achei ruim demais.
E quando novas idéias começaram a surgir, cometi um erro desgraçado: instalar a versão mais recente (Illυstraτσr CS²) do programa de arte vetorial que eu uso, o que não deixa mais o programa, no qual eu fazia os vídeos e seus efeitos visuais (Afτεr Effεcts 7), funcionar, gerando um erro com apenas 4 citações sem solução na Internet – aliás, cinco, contando o que eu escrevi no meu outro blog. Esse programa tem um talento todo especial de deixar pessoas na mão ao redor do mundo com outros tipos de erros fatais, e o que é pior, ele não tem concorrentes! Tentei um deles ano passado, ele não fazia nada do que eu precisava.

Foi esse programa que tornou possível Zicky Zira se tornar um desenho animado com visual dos anos 80, imitando a qualidade da imagem que se tinha na época. E com alguns macetes que eu descobri, esse programa não só fazia animação parcial (estilo Charges.com.br ou AnimaTunes), mas também animação tradicional, embora fosse um sacrifício do caramba ter de desenhar frames lado a lado e ainda por cima, vetorizá-los. (ninguém faz isso em animação profissional, que eu saiba, eles usam mesas com iluminação fazendo os frames uns por cima dos outros. Não digo “assim até eu”, porquê eu também tentei fazer dessa forma usando papel vegetal, sem conseguir resultados satisfatórios.)

Enfim, quando eu me preparava para o segundo episódio, descubro que vou ter que começar a partir do zero e 1) buscar formas alternativas de realizar a animação ou 2) reinstalar o Windows. Como já fiz inacreditáveis três vezes.

Formas alternativas? Eu tenho uma que PODERIA SER (mas não é) uma mega de uma forma alternativa de animação: o Flash!! Do qual eu apanho impiedosamente há 5 anos, e com o qual eu seria capaz de fazer alguma coisa como “O Cara Tussiu”
Enfim, ao contrário de um número considerável de pessoas (Mundo Canibal, Bruno Bozetto, Baltazar do AnimaTunes), não consigo fazer nada que preste em Flash e muito menos que se aproxime de um desenho animado convencional dos bão. Não consegui nos últimos 5 anos, muito menos agora, “on demand” e na pressão. Eu não funciono sob pressão nem com vínculo empregatício, que dirá sem…

Quanto a la opción 2… vai ser a humilhação suprema, mas paciência. Já reinstalei o Oíndols TRÊS VEZES en questa macchina justamente por causa dos programas ficarem dando esse tipo de defeitos. As vezes penso até em ter dois computadores, porquê os programas que estão no meu computador cobrem um leque diversificado até demais de atividades. Não sei se há outro computador no qual estão ao mesmo tempo programas de produção musical, computação gráfica, edição de fontes TrueType e quatro emuladores de video games – isso fora os já mencionados. Teoricamente, isso deveria ser possível! Mas, sabe como é, “na prática, a teoria é outra coisa”…

Isso, somado a outros fatores, tornam a produção de outros vídeos da Salt Cover algo muito difícil. Muito difícil, no entanto, não significa impossível.  Não estou decretando o “fim” dessa brincadeira. Estou querendo apenas dar um tempo, tô sem inspiração com tantos ‘reveses’ lá pelos domínios do “Grande Óculos”, como apagamento de vídeos, comunidades de sites de relacionamento e blogs, tudo isso me deixa P da vida e com muitas saudades da Web 1.0. As vezes quero esquecer que isso aqui existe. Já durmo com o computador desligado, sendo que 10 anos atrás o meu sonho seria navegar na Internet a madrugada inteira – mas naquela época o computador não era meu e a conta seria meio salgada.

Estou escrevendo aqui, porquê o meu blog mais famoso se tornou o “blog da Salt Cover”. Mas você que gostou daqui, não fique cabisbaixo sequer borocoxô: nem todos os posts serão estilo “oh dia, oh azar” como este. Quero postar desenhos aqui, aproveitando que a WordPress oferece 3GB para hospedagem de imagens, contra 1Gb do outro, entre outras coisas. Espero que eles sejam compreensivos: não é prngrafia, não é pdfilia, é FAN ART, cáspite.

E começando este blog, lanço um grito à escuridão, ao desconhecido, perguntando: Tem alguém aí? Você tem ou conhece um site interessante que poderia fazer parte da seção de links daqui? Qual a sua opinião sobre os meus personagens, sobre a Salt Cover, se vai dar praia hoje, se o melhor é o PT ou o PSDB, etc, comente este post! Dios lhe pague.

(Alguns erros de ortografia são propositais para as palavras não serem encontradas pelo Grande Óculos.)

28
fev
07

A Rede Globo vai invadir o seu computador! Calma, é só o GC deles

Atenção: Este foi apenas o início do projeto Rede Rounded, neste post datado de 2007. Para as fontes mais recentes, vá até https://igorcbarros.wordpress.com/rede-rounded/. Pelo bem das informações dadas neste blog, o texto foi adaptado e reescrito.

Neste projeto, o mais difícil é fazer as letras minúsculas, que são muito mais complexas e tem muito menos referências do que as maiúsculas.

Neste projeto, o mais difícil é fazer as letras minúsculas, que são muito mais complexas e tem muito menos referências do que as maiúsculas. Até 1981 a Rede Globo só usava letras maiúsculas na geração de caracteres e em logotipos. Em 1981 estreou o programa Globo Cidade, um programa local do Rio de Janeiro, e no logo desse programa, a palavra "cidade" estreia as letras minúsculas.

Está começando o meu mais novo projeto de fontes True Type: Rede Rounded. E essa eu resolvi fazer de próprio punho porquê ela não existe, como existia no passado, em lugar nenhum!!! Procurei em todos os sites que vendem fontes, não há nada sequer parecido com isso, sei lá, uma versão com cantos quadrados, nada!!
[EDIT out/2009: A fonte Fur Rounded PARECIA ser uma versão destruída da fonte perseguida por este projeto, mas não é: o próprio desenvolvedor afirma que ela é baseada na Futura Heavy. Ou seja, profissionalmente, a fonte original continua não existindo. Não confunda esta fonte com a utilizada atualmente no Jornal Nacional ou em programas como Toma Lá Dá Cá, estas foram desenvolvidas pela Rede Globo, e não tem a intenção deste projeto.]

Esta versão é baseada nos títulos só com letras maiúsculas, que apareciam em algumas logomarcas de programas dos anos 70. Em breve estará disponível.

Esta versão é baseada nos títulos só com letras maiúsculas, que apareciam em algumas logomarcas de programas dos anos 70 (além do caso do leite em pó citado no texto). Em breve estará disponível.

Já vi essa fonte na tampa da maionese Hellmann’s, dizendo o endereço do fabricante. No YouTube, o slogan de um antigo comercial do Leite em Pó Royal também usa essa fonte “desaparecida”. Mas o uso mais famoso dessa fonte foi nos GCs da Rede Globo, entre 1976 (abertura da novela Anjo Mau) e 1995 (abertura da novela A Próxima Vítima), em tudo quanto era lugar: créditos de programas, telejornais, aberturas de novelas e até legendas de filmes, como os da Globo Vídeo. (Houve também a novela Salário Mínimo da TV Tupi, mas era alarme falso, não era o mesmo typeface da Globo)

Na verdade, a Globo já usou MUITO MAIS gerador de caracteres do que hoje em dia. Não havia nenhuma execução de músicas, mesmo em programas infantis como o Balão Mágico, sem que fosse dado título e autores. (Quebrava LEGAL a magia da televisão, mas, e daí?…) Os nomes das chacretes eram dados ao longo do Cassino do Chacrinha. Antigamente, quando o GP do Brasil era gerado pela própria Globo em vez da F1 Administration, a parte de GC era toda feita pela emissora, em inglês. E por aí vai… Hoje em dia, só a RedeTV! usa geração de caracteres de forma tão intensa.

Reprodução fiel do gerador de caracteres usado a partir de 1981, com os caracteres de tamanho maior que eram usados nas chamadas da emissora naquela época, depois passaram a ser usados na apresentação de eventos esportivos como a Fórmula 1.

Reprodução fiel do gerador de caracteres usado a partir de 1981, com os caracteres de tamanho maior que eram usados nas chamadas da emissora naquela época, depois passaram a ser usados na apresentação de eventos esportivos como a Fórmula 1.

Até mesmo placas de sinalização dentro da emissora e do jornal “O Globo” eram com esse tipo de letra! [EDIT: O Globo mudou de sede em 1999.]
Mãns
veio a inauguração do Projac, e junto com ela, a compra de novos equipamentos e novos GCs, que já usavam fontes TrueType em vez de placas onde os bitmaps eram gravados em EPROM – suposição minha, mas só pode ser isso – era assim que operavam na época os GCs dedicados da Chyron, líder do segmento nos EUA e que existe até hoje – “dedicado” significa que ele não consegue funcionar como um computador, ao contrário dos GCs de hoje, que rodam Windows, por exemplo.

Com esses equipamentos, acabaria sendo oficializada a fonte conhecida como Vogue Rounded (hoje banalizada e usada por quase todas as emissoras).
Como nem sequer os desenvolvedores de fontes alemães – alguns que vivem resgatando fontes esquecidas, como aquelas com DB no título – resgataram essa fonte, resolvi fazer isso.

Na verdade, na minha infância e adolescência, tentava fazer na mão. Obviamente sem sucesso. Em 2004 eu adaptei uma fonte Futura Heavy em um programa de edição de fontes, que até que ficou bacana, mas não convencia, devido a total falta de referências. O typeface verdadeiro não era tão decalcado assim na Futura como nós pensavamos até então. E as referências surgiriam mais tarde…

Mais, muito mais sobre esse assunto, e os links que você está procurando, na página Rede Rounded deste blog, no cabeçalho. Vai lá!

12
jun
06

Música: Ainda estou tentando me recuperar…

Acabo de ouvir três músicas da banda inglesa Bucks Fizz. Não sabia que Queen e Bonnie Tyler se “casaram” e tiveram um “filho”… Pois é, essa banda, surgida em 1981 e que eu tive o desprazer de descobrir hoje, tem muito dos dois, mas eu não sei por quê eu senti um desconforto do caramba… Já teve o sentimento de “gostar” e “odiar” alguma coisa ao mesmo tempo?… Um som mais ou menos como o deles é o que eu tento fazer nas músicas do Fim da Picada. [projeto musical deste blog na época]
Bem, segundo o site ophisial da banda, que acreditem, subsiste até hoje com apenas Bobby G., um de seus integrantes originais, essa banda guarda mais uma semelhança: com o Abba: é composta de quatro integrantes. Que cantam em harmonia o tempo inteiro. O grande foot in the bag, na verdade, está aí… Não é a toa que eu nunca ouvi falar dessa banda, de repente o pessoal das rádios, na época, não gostava do estilo “Jim Steinman cover” deles.
É, tem mais essa: Jim Steinman, que produziu Bonnie Tyler, por incrível que pareça, mesmo sendo inglês, parece que não teve nada a ver com o Bucks Fizz, como eu pensei quando ouvi as melódias desse quarteto de cantores-atores-modelos-sei-lá…
[Se você ficou curioso, e quiser tentar, experimente When We Were Young, uma música que começa com uma cantora chorando, e depois parte até para algo semi-operístico. E se você ficar P da vida e desesperançoso com a humanidade, lembre-se que eu lhe avisei… Mas parece que não é só eu. Tenho em CD (sorriu, né, safado?), umas 3 coletâneas dos anos 80, e o Bucks Fizz não é lembrado em nenhuma delas!
E houve um projeto parecido com o BF aqui no Brasil, muito antes (nos anos 70), mas de muito melhor gosto, as Harmony Cats, um grupo formado por cantoras profissionais, algumas delas fazem backing vocal até hoje, entre elas a esposa de Gilliard. Fui atrás de algumas músicas delas e não me arrependi, ao contrário dos Bucks. Este grupo, por sua vez, me inspirou a criar, em 2007, o grupo EKKA.]

Aos que acreditam na fé, rezem: o nosso Roland XP-80, responsável pela produção musical do Fim da Picada, pode estar partindo para a terra dos pedais juntos… E eu não tenho nada para substituí-lo. Ou seja, eu que já critiquei tanto o Humortadela por usar MIDI de computador para fazer playback, em breve (Deus me livre and guarde) poderei vir a fazer o mesmo…
[O XP-80 foi rebaixado à controlador do Reason, estando atualmente na glória. O Fim da Picada foi substituído pela Rádio Salt Cover.]




VOCÊ CONHECE A FITA VHS “AS GAFES DA GLOBO EM 84”?

Conhece? Tem? Sabe quem tem? Já viu? Clique aqui.

Igor C. Barros Cartoons, o Blog

Feliz 2013! Este é o nosso blog secundário, porquê atendemos atualmente no Tumblr. Só que a compra do Tumblr pelo Yahoo! fez muita gente espontaneamente criar blogs da Wordpress. Seja como for, este blog está semi-de volta, só que diferente, despolitizado, mais maduro, mais velho, mais gordo, com menos cabelos, MAS com os mesmos sonhos:
"Fazer séries de desenho animado em grandes pólos produtores (EUA, Canadá, Japão, Filipinas, México) para que elas, com a máxima qualidade, possam também estar no Brasil, misturando-se às séries que vem do exterior, sem submeter-se aos ditames que regeriam o roteiro de um produto 100% nacional."
"Produzir músicas e/ou podcasts com qualidade equivalente a dos grandes estúdios para download ou streaming na Internet."

A Salt Cover? Desde 2010 ela é composta de mais pessoas além de mim, e atende em www.saltcover.com.br! Está sendo um tanto maltratada pelos nossos trabalhos na vida real, que sustentam o leitinho das crianças, mas está aí, e não morre quem peleia!

Crianças, que dia é hoje? 5:60!

outubro 2017
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Este blog não é o seu genro, mas é bem visitado

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ATENÇÃO À DATA DA POSTAGEM

Este blog tem textos escritos desde 2004, e muitos dos links deles ou até mesmo suas informações podem não ser mais válidas.
Eu sei que infelizmente você veio aqui justamente por causa disso, é o Gôógle que é sem noção mesmo. Aproveite que você está aqui, clique no banner lá em cima e veja os posts mais recentes!

Só pra constar, viu

Agora aqui na WP, na página Míusiqui, as músicas que embalaram uma geração, pra você e todo mundo cantar junto! Essas e muitas outras você só ouve na Rádio Salt Cover, mesmo porquê a rádio clandestina da sua quebrada tem um nome a zelar.
Em breve, confira também o nosso perfil no DeviantArt, onde você finalmente vai entender porquê este blog se chama Igor C. Barros Cartoons...