Posts Tagged ‘Música

06
out
09

Escreva algo que preste, pô – parte 125

O sr. Ben Presley, filho de Lisa Marie Presley e neto de um certo Elvis Aaron, que por sua vez é sogro de um tal de Michael (que fez uma música xará dele), hrRrRecebeu uma proposta de 5 milhões de dólares da gravadora Universal (do grupo GE, portanto, por enquanto, uma empresa do Ben, digo, do bem) para gravar até 5 álbuns (fuente – e mais outra, com fueto)

Segundo o que Ben 10, digo, diz, o som não será, no entanto, parecido com o de Elvão do Sanduba (tô lendo muito Blog do Paulinho) – é que ao contrário de mim, que nasci quando Elvis ainda estava gravando álbuns e tudo lá em Memphis, ele nasceu 15 anos depois que Elvis morreu.

Não sei por quê, eu vi nas entrelinhas que provavelmente BP, se não for o novo Elvis, será o novo Michael Jackson, pelo menos, ainda mais com um pagamento tão caro, e por CINCO albuns (o Tio Michael já tinha seis álbuns gravados quando lançou Thriller.)
Além de me parecer uma espécie de “chupa, seus compartilhador de emepetrêis”, por tentar lançar alguma coisa que parece ser absolutamente nova no mercado para, possivelmente, tentar recuperá-lo aos moldes antigos. Será? Espero estar certo, no que se refere à qualidade sonora do rapaz. Ladies and gentlemen, Ben Presley has left the building!…
“Escreva algo que preste” –  Tá legal, desta vez não consegui.

17
abr
09

Eu falei que esse negócio de ficar fazendo vinhetas ainda iria servir pra alguma coisa

Há algumas semanas, foi uma tarde de muito trabalho e conversas indo e voltando via E-Mail, mas o negócio é o seguinte.
No trailer do filme nacional A Mulher Invisível, featuring Selton Mello e Luana Piovani, da Globo Filmes e Conspiração Filmes, aparecem vinhetas de diversas produtoras.
Pués bien. A vinheta em que aparece YB Music foi feita em nossos quartos estúdios. A bem da verdade não acontece quase nada, mas o degradê combinado com relevo, mais um “blur” atrás em verde (que fiz de propósito, sei como saem essas cores saturadas em película, fica animal o negócio, e me baseei em uma animação em flash no site deles) agradaram ao pessoal da gravadora, na qual trabalha um dos meus superiores.
A vinheta era composta um número determinado de TGAs, em uma resolução altíssima (mais de 1 megapixel, pra você ter uma idéia, a maioria das vinhetas da Salt Cover são em 320×240) que foram montados no formato de película pelo pessoal da Conspiração.
Até então a gravadora não possuía esse tipo de material, que será usado também em DVDs deles. Bacana, né? Então, já sabe, se você vir um CD do Trio Mocotó, Nação Zumbi, Frank Jorge ou Curumin, como diz Ciro Bottini, copre, copre, copre!! Sipson, música para grandes discos!Eu falei que ainda iria ter um post que prestasse por aqui… Ah, e assista A Mulher Invisível, é daqui, é de casa, é cinema nacional! Belê??
(Rapaz, como o mundo dá voltas… e tem ainda mais uma outra produção com Luana Piovani que eu vou falar, e bem, por estas bandas, aguardem.)

[EDIT: A outra produção era o desenho animado Procura-me, mas passaram-se vários meses, estou trabalhando pra caramba e vou precisar pesquisar um pouquinho mais se eu quiser falar sobre essa produção. Luana Piovani dubla uma das personagens.]

03
ago
08

Escreva algo que preste, pô! [2]: Christopher Cross

Pena que não me lembrei de escrever isso antes. Hoje, Christopher Cross está em São Paulo, para fazer um show, no HSBC Brasil. Pena que é no domingo (meu dia de trabalho pesado), pena que ando meio durango kid, senão…
Cross fez muito sucesso no começo dos anos 80, com “Arthur’s Theme”, música tema do filme Arthur, um Milionário Sedutor (PS: é quase um pagode essa música, tente tocar nesse ritmo e veja como encaixa perfeitamente), posteriormente emplacando outros sucessos como “Ride Like the Wind” e “All right”. E algumas mais lentas, como “Sailing”  e “Think of Laura” (uma das poucas músicas que me emocionam, ainda mais depois que descobri que essa música é em homenagem a uma conhecida do cantor que morreu vítima de uma bala perdida.)
Não deixe a voz… hã… “angelical” do cantor te enganar: Christopher Cross é a definição exata de pop, nem leve, nem pesado. Uma espécie de Ivan Lins mais puxado pro rock. Pena que descobri a obra dele em 2005, não em sua própria época… Em 2005, o site oficial dele dizia que ele pretendia voltar à atividade, graças ao sucesso de seus viejos hits, e pelo jeito, o show de hoje é a concretização disso.
“Ride like the wind” é a música de fundo do vídeo “Salt Cover saindo do ar” versão 1 , aquele dos slides em preto e branco.

22
jun
06

Música: How Am I Supposed to Hear This

Um dos grandes mistérios da humanidade – e que pouca gente se deu conta – tem oito palavras: How Am I Supposed To Live Without You. Essa música, do cantor Michael Bolton, guarda um mistério.

O mistério é: porquê cargas d’água, Michael Bolton gravou três versões diferentes dessa música?
É verdade: já contei três versões diferentes! Quem já tentou baixar MP3 por aí desde a era Napster (salve!) e AudioGalaxy (hail!) sabe que essa música tem versões diferentes, com mudanças mínimas entre uma e outra. E o que é pior: aparentemente nenhuma delas é “AQUELA” que você ouviu nos anos 80… E ninguém que ripa essa música deve saber qual seria a versão oficial! Que cosas, no? E depois falam do criador do Chaves, Roberto Gómez Bolaños, que nos quase 25 anos de seus programas de humor no México, já chegou a gravar uma mesma história seis vezes com elencos diferentes!

Uma curiosidade: uma velha conhecida nossa, Laura Branigan, foi quem primeiro gravou essa música, em 1983. Laura faleceu em 2003, de aneurisma cerebral, mas suas músicas “Looking out for a hero” e “Self Control” sempre estão nos nossos playlists. (A primeira não está em nenhum de seus álbuns: só está na Internet por ser uma gravação direta do áudio do filme Dirty Dancing. A versão ofical dessa música é de Bonnie Tyler, mas eu não gostei.)

Michael Bolton já esteve no Brasil, em 2001 ou 2002, não me lembro direito, fazendo uma participação na novela O Clone, cantando a música dele que fazia parte da trilha sonora – aquela que foi meio “remixada” e virou A Miragem, de Marcus Viana (“Somente por amor/ a gente põe a mão/ No fogo da paixão/ e deixa se queimar/ somente por amor…”).
Agora bateu uma saudade: Bussunda já fez uma cena antológica ao som dessa música, no Casseta & Planeta. Era a paródia O Siliclone, onde ele, interpretando o personagem de Murilo Benício, fala várias vezes que precisa esquecer a “Jadeu” (Jade, no caso). Aí entra Reinaldo, como a personagem de Vera Fischer, dizendo ele deveria mesmo esquecê-la, porquê sempre que ele se lembrava “toca essa música chata pra caramba…”
[EDIT: Somente por Amor é composição de Marcus Viana, o mesmo da trilha sonora da novela Pantanal. “All For Love” não é bem aquela música.]

12
jun
06

Música: Ainda estou tentando me recuperar…

Acabo de ouvir três músicas da banda inglesa Bucks Fizz. Não sabia que Queen e Bonnie Tyler se “casaram” e tiveram um “filho”… Pois é, essa banda, surgida em 1981 e que eu tive o desprazer de descobrir hoje, tem muito dos dois, mas eu não sei por quê eu senti um desconforto do caramba… Já teve o sentimento de “gostar” e “odiar” alguma coisa ao mesmo tempo?… Um som mais ou menos como o deles é o que eu tento fazer nas músicas do Fim da Picada. [projeto musical deste blog na época]
Bem, segundo o site ophisial da banda, que acreditem, subsiste até hoje com apenas Bobby G., um de seus integrantes originais, essa banda guarda mais uma semelhança: com o Abba: é composta de quatro integrantes. Que cantam em harmonia o tempo inteiro. O grande foot in the bag, na verdade, está aí… Não é a toa que eu nunca ouvi falar dessa banda, de repente o pessoal das rádios, na época, não gostava do estilo “Jim Steinman cover” deles.
É, tem mais essa: Jim Steinman, que produziu Bonnie Tyler, por incrível que pareça, mesmo sendo inglês, parece que não teve nada a ver com o Bucks Fizz, como eu pensei quando ouvi as melódias desse quarteto de cantores-atores-modelos-sei-lá…
[Se você ficou curioso, e quiser tentar, experimente When We Were Young, uma música que começa com uma cantora chorando, e depois parte até para algo semi-operístico. E se você ficar P da vida e desesperançoso com a humanidade, lembre-se que eu lhe avisei… Mas parece que não é só eu. Tenho em CD (sorriu, né, safado?), umas 3 coletâneas dos anos 80, e o Bucks Fizz não é lembrado em nenhuma delas!
E houve um projeto parecido com o BF aqui no Brasil, muito antes (nos anos 70), mas de muito melhor gosto, as Harmony Cats, um grupo formado por cantoras profissionais, algumas delas fazem backing vocal até hoje, entre elas a esposa de Gilliard. Fui atrás de algumas músicas delas e não me arrependi, ao contrário dos Bucks. Este grupo, por sua vez, me inspirou a criar, em 2007, o grupo EKKA.]

Aos que acreditam na fé, rezem: o nosso Roland XP-80, responsável pela produção musical do Fim da Picada, pode estar partindo para a terra dos pedais juntos… E eu não tenho nada para substituí-lo. Ou seja, eu que já critiquei tanto o Humortadela por usar MIDI de computador para fazer playback, em breve (Deus me livre and guarde) poderei vir a fazer o mesmo…
[O XP-80 foi rebaixado à controlador do Reason, estando atualmente na glória. O Fim da Picada foi substituído pela Rádio Salt Cover.]




VOCÊ CONHECE A FITA VHS “AS GAFES DA GLOBO EM 84”?

Conhece? Tem? Sabe quem tem? Já viu? Clique aqui.

Igor C. Barros Cartoons, o Blog

Feliz 2013! Este é o nosso blog secundário, porquê atendemos atualmente no Tumblr. Só que a compra do Tumblr pelo Yahoo! fez muita gente espontaneamente criar blogs da Wordpress. Seja como for, este blog está semi-de volta, só que diferente, despolitizado, mais maduro, mais velho, mais gordo, com menos cabelos, MAS com os mesmos sonhos:
"Fazer séries de desenho animado em grandes pólos produtores (EUA, Canadá, Japão, Filipinas, México) para que elas, com a máxima qualidade, possam também estar no Brasil, misturando-se às séries que vem do exterior, sem submeter-se aos ditames que regeriam o roteiro de um produto 100% nacional."
"Produzir músicas e/ou podcasts com qualidade equivalente a dos grandes estúdios para download ou streaming na Internet."

A Salt Cover? Desde 2010 ela é composta de mais pessoas além de mim, e atende em www.saltcover.com.br! Está sendo um tanto maltratada pelos nossos trabalhos na vida real, que sustentam o leitinho das crianças, mas está aí, e não morre quem peleia!

Crianças, que dia é hoje? 5:60!

março 2017
D S T Q Q S S
« jul    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos Mort… digo, vivos (afinal, estamos na Wordpress)

As últimas do Twitter

Tá com dinheiro sobrando?

Sabe uma coisa que você pode fazer com ele? Doar para o Criança Esperança. Não é piada: pela Internet, você pode doar 24 horas e 365 dias por ano!!! E sem o Aragão te enchendo os pacovás! Duvida? Clique aqui!!

Este blog não é o seu genro, mas é bem visitado

  • 194,224 pessoas nos visitaram e filaram a bóia

ATENÇÃO À DATA DA POSTAGEM

Este blog tem textos escritos desde 2004, e muitos dos links deles ou até mesmo suas informações podem não ser mais válidas.
Eu sei que infelizmente você veio aqui justamente por causa disso, é o Gôógle que é sem noção mesmo. Aproveite que você está aqui, clique no banner lá em cima e veja os posts mais recentes!

Só pra constar, viu

Agora aqui na WP, na página Míusiqui, as músicas que embalaram uma geração, pra você e todo mundo cantar junto! Essas e muitas outras você só ouve na Rádio Salt Cover, mesmo porquê a rádio clandestina da sua quebrada tem um nome a zelar.
Em breve, confira também o nosso perfil no DeviantArt, onde você finalmente vai entender porquê este blog se chama Igor C. Barros Cartoons...