Tem gente comemorando: Telefônica e Speedy tiram São Paulo do sério e da Internet

Ontem, no meu serviço, eu fiquei incomunicável. A empresa era assinante da Speedy empresarial, e assim como delegacias, corpo de bombeiros e até os postos do Poupatempo, ficamos todos a ver navios. Tive que me virar com ligações no meu Motorola V-5, lançado quando a Internet era um lugar melhor de se viver .
Um conhecido site pseudo-humorístico, há algum tempo atrás, propalava aos quatro cantos que o acesso a Internet no Brasil estaria perto de um colapso e sem solução visível. Deve estar comemorando, o desgraçado - mas no caso descrito por ele, seria um problema entre a conexão entre Brasil e EUA, problema esse que NON ECSÍSTE, essa pane da Telefònica foi interna e não afetou usuários do Vírtua, por exemplo. Pensando bem, acho que tem mais gente comemorando, como o seo Boris Tutchenko, afinal com esse assunto a galera pára de ficar se perguntando porquê só depois de 3 anos a Animax está entrando na grade de programação da NEET, digo, da Net.

Gente, a Rádio Salt Cover anda difícil de sair, eu sei… é que tudo o que eu tenho até agora é um monte de quadros sem pé nem cabeça e sem ligação entre si, o tempo para gravações é exíguo, fora os obstáculos para que elas aconteçam, e que vocês nem imaginam (começando pelo Roland XP-80 com 8 teclas musicais que não funcionam). Talvez eu até lance o programa 5 em duas partes, sei lá.

A boa notícia: a Telefônica pode ser multada por causa dessa pane, que afetou diversos serviços públicos importantes. É isso aí, chega de só multarem o Google!  E os indígenas brasileiros vão à forra, 400 anos depois!…

Não sou o Kibeloco, mas…

Se a Word espremeu tudo, clique na imagem para ampliar.
É claro que essa fonte na imagem da Globo não é a Rede Rounded
,
tem uma leve diferença (note as letras s, b e d). É uma variação daquela fonte que eu chamo“Futura Rounded”, usada no jornalismo da emissora, e que eu julgava já meio desacreditada… O que eu achei curioso, ao ver essa imagem, é que essa variação extra light eu nunca havia visto antes (a Futura Rounded só tinha uma única versão, “medium” ou “bold”), e isso curiosamente só ocorreu agora, depois que eu tive a idéia de fazer a Rede Rounded nessa graduação.
Rapaz, acho que eles andaram vindo aqui em busca de idéias. E nem comentam, os danados!…
[EDIT: Passamos de 4000 acessos! Domo aregato gozaimasu!!]

Botões, por quê não apertá-los?

Ontem, algo muito estranho aconteceu. Passei por dois semáforos, e estive em dois ônibus. Os semáforos eram daqueles que tem um botão que deve ser apertado pelo usuário, para o sinal ficar vermelho para os carros. Nos ônibus, há muito tempo não existe mais aquele varal que a pessoa puxa e dá um sinal para o ônibus parar no ponto, isso também é feito através de botões. E haviam muitas pessoas nos semáforos e nos ônibus, mas mesmo eu não tendo chegado antes delas, quem teve de apertar todos esses botões fui eu!
Queria entender qual é esse medo que as pessoas tem de apertar botões. (Se é isso, toma, o site mais assustador da galácsia, o site da Siemens, hááá!) Se a galera continuar assim, sei lá como vão ficar as próximas eleições, talvez só nas cédulas de papel…

Sonhei com a Xuxa !!!

Agora são quase 3 da manhã do dia seguinte. Mas ontem, de manhã, eu tive um dos sonhos mais inesperados da minha vida.  Digamos que agora eu compreendo Juninho Bill… Leia o resto deste post »

Cadê você, seu phulerage?

Este post pode não ser divertido ou engraçado como os outros. Se fosse no outro, eu o escreveria em cinza e com letras menores. Mas estamos aqui na tela da Word, então cique em “More…” para ler o resto. Leia o resto deste post »

Aêêêê!!! 100 anos de imigração japonesa

Hoje completam-se 100 anos desde que o navio Kasato Maru chegou ao porto de Santos, vindo da cidade de Kobe, Japão. Talvez muitos estejam phartos de ouvir essa história, mas ela é melhor do que a overdose que está por vir aí, com os Jogos Olímpicos, que são em outro país que não esse… Enfim, são 100 anos de imigração japonesa no Brasil. E tem três coisas que eu queria abordar:
1) A quantas estamos? Em 1988, dizia-se que estavam nascendo os yonseis, a quarta geração dos descendentes. Por volta de 1998, já se falava nos goseis (quinta geração). E, pelo meu japonês macarrônico, já devemos estar tendo os nascimentos dos rokuseis por aí…
2) Para muitas pessoas, quando se fala em “países do Extremo Oriente”, logo vem uma singela melodia instrumental em fá sustenido menor na sua cabeça. Rapaz, que música seria essa?… (Se você não entendeu, tomei a Liberdade de executá-la para ustedes.)
3) E uma curiosidade que você não sabe, né? Na década de 90, eu adquiri o dicionário Japonês-Português da editora Massao Ohno, que foi o primeiro do tipo a ser feito no Brasil. Comprei por um certo interesse no idioma, embora eu ainda não saiba o verbo To Be em japonês, e eu descubro que, curiosamente, essa palavra “né”, existe em japonês e tem exatamente a mesma função de question tag que em português!…

Era então o ano de 1982. O primeiro colégio onde estudei era no bairro da Liberdade, e existe até hoje (eu acho), a Escola Adventista Paulistana, ao lado da FMU, hoje dona de metade do bairro. E a galera já estava lá, em peso, jogando o jankempô no intervalo (que eu conheci uns 15 anos antes disso ficar famoso, no jogo do Alex Kidd) e eu me lembro que até chegamos todos a fazer uma brincadeira que tudo o que eu me lembro é que se dizia “cabeça, tronco e membros” em japonês, enquanto tocava-se os mesmos, aí ia cada vez mais rápido e virava uma ginástica das braba.
Muitos anos depois, em 1997, eu fiz cursinho no Etapa, no metrô Ana Rosa, e houve uma vez em que o pessoal da parte da manhã veio de tarde, para fazer um simulado. E era uma multidão. Bem, resumindo, só não me senti mais deslocado no meio daquela galera, por não ser louro ou ruivo. Dava a impressão de que se eu começasse a cantar Kimi Ga Yo Wa (obrigado, Wikipédia, que não existia na época) a galera prosseguiria à plenos pulmões…

E pra completar a festa, confira no site da Turma da Mônica, a estréia em live-action dos personagens Tikara e Everest Vídeo, digo, Keika (finalmente em novos desenhos, pra quem já estava cansado só daquele único que aparecia no site), e o inesperado crossover de Mônica com Hello Kitty! Puts, a Mônica é baixinha mesmo!… Pretendo também abordar este tema no próximo programa da Rádio Salt Cover, que também terá Sylvio Guarujá, não perrcam, ôeee!!

Curiosidades curiosas onde menos se espera

Em uma tarde modorrenta en el servicio, anos atrás, em que eu não tinha nada pra fazer, descobri um site que para muitos pode parecer óbvio, para outros, desnecessário, mas é o site do Governo Federal - a “mãe” de todos os sites .br. Aí você me pergunta: o que haveria de curioso em um site como esse? Muito mais coisas do que supõe a nossa vâ filosofia Leia o resto deste post »

Você consegue assistir a NGT?

A NGT, em São Paulo, é o canal 48 UHF, e eles juram de pés juntos que tem mais uma pá de retransmissoras em todo o Brasil. O que é chato é que eles estão ausentes de todas as operadoras de TV a cabo. Leia o resto deste post »

Mais um “Gol Bala”, melhor que os trens desse tipo

“Advogado catarinense é multado por dirigir a 4.800 km/h” - G1
Isso aconteceu em janeiro de 2001, em Santa Catarina. (Ao menos dessa vez o G1 realçou o ridículo da situação…) Isso é 4 vezes a velocidade do som, o dobro da velocidade de um Concorde, e muito mais que um jatinho, que anda em média a 800 km/h - suposta velocidade daquele Gol 1.0 do Rio de Janeiro. A multa, ao menos, foi cancelada pelo próprio DSV no dia seguinte.
Para todos os efeitos, o carro mais rápido que os consumidores finais conseguem comprar (carro, desses que tem lanternas atrás, quatro rodas, volante, etc.), o Bugatti Veyron Ele, vai até 407 km/h. Mais que isso, só dragster, motos especiais, avião a jato, ônibus espacial, e um riquixá de fibras de carbono puxado por Sonic e Papaléguas… Como diz o repórter Bigode Fino, do Pânico na TV: “Abzurdo! Abzurdo! Eu nnunca vi!
PS: Neste momento, alcançamos a marca de 3300 visitas! Obrigado, Memória Globo!…

Memória Globo

Como é que eu não descobri isso antes? O Nóia do Rômulo descobriu um site que para muitos pode ser o mais interessante de todos da Globo.com, o Memória Globo. Pra muita gente, só de ver os logos da emissora lado a lado, desde o praticamente desconhecido catavento de números 4 (canal da sede da emissora), até o “mictório” (que tantos cliques já rendeu a este blog), já valeu a pena. Embora, para os mais atentos como eu, falte o logotipo tridimensional aerografado em preto e cinza, que tinha por volta de 1984 (da época da campanha “No pique da Globo” - desde 1982 a emissora começou com a computação gráfica, feita nos EUA, mas  houve uma época em que as vinhetas voltaram a ser produzidas no Brasil da forma antiga, desenhadas e animadas através da máquina Oxberry, só de 1985 em diante, com os 20 anos da emissora, elas seriam tornadas definitivas).
E uma outra curiosidade é que há uma seção dedicada especialmente às histórias que falam sobre a emissora - sabe, caso Proconsult, Time-Life, edição do debate do Collor, etc. - até mesmo a recente polêmica do BNDES, abordada pela Record em um programa. Bem, amigos e inimigos da Rede Globo, no site você conhece as respostas da emissora a respeito desses assuntos. Como dizia o saudoso Bill Bebes da Escolinha, “esta, pelo menos, é a minha versão!”
Muitas seções parecem estar em construção, em outras os assuntos parecem ser abordados meio que ampassâ demais, como se os textos fossem pro Video Show (quem tem ouvidos, ouça!)… Mas para quem gosta e quem não gosta, vale uma bisoiada. Há alguns vídeos na página, que parecem não carregarem muito bem, segundo o Rômulo. Não sei, falta eu encontrá-los primeiro.
Ah, se isso rende um site “Memória Cover”? Em uma versão hiper-reduzida, quem sabe?? (E nos blogs, quando eu recordo de passagens reais da minha vida, é o “Projeto Bozo Memória”, em breve, neste blog.) Mas, calma, Beth, calma! Por enquanto, seguimos com a programação anormal.